Chefe do UBS no Brasil deixa o Banco.O que será que ele fêz?

Nota do blog: Os bancos suiços que operam no Brasil de vez em quando são objeto de investigações de lavagem de dinheiro por parte de autoridades brasileiras. Mas, como operam sempre com clientes de alto potencial e grandes fortunas, nunca dá em nada.A prova disso é que um alto executivo do Credit Suisse foi preso pela PF num hotel de São Paulo e numa entrevista disse:"eu não vou ficar preso pois quem tem dinheiro no Brasil não fica preso". Pelas contas do blog ele não chegou a ficar nem uma semana no xilindró brasileiro.

SÃO PAULO - O UBS, maior banco da Suíça, anunciou que Eduardo Centola, executivo que chefiava as operações do banco de investimentos no Brasil, deixou a companhia depois de 15 meses.

A instituição informou ontem, em um comunicado por e-mail, que o CEO e presidente do conselho no país, Lywal Salles, irá assumir as funções de Centola interinamente. O UBS não deu razões para a saída do executivo.

Centola, 42, assumiu o cargo no banco suíço em outubro de 2010 após deixar a posição de CEO para as Américas no Standard Bank Group. Ele também já foi diretor administrativo do Goldman Sachs.

"Nós desejamos sucesso na carreira dele", disse no comunicado Robert McCann, CEO do UBS para as Américas. A empresa disse que está comprometida com a construção de um banco integrado no Brasil com uma unidade de investimentos "forte e local".

Centola não respondeu a pedidos de entrevista.

(Bloomberg)

Fechamento de capital da UOL: O ideal seria o Amaury Ribeiro Jr. investigar já que a operação não cheira bem.

 

Em janeiro deste ano, a Divisão de Capitais Internacionais do Banco Central do Brasil dava conta do ingresso de US$ 130 milhões no país egressos da WARUNG INVS.LTD, das Ilhas Caimã, a crédito do bilionário João Alves de Queiróz Filho, que, ao fim do ano passado, adquiriu da Portugal Telecom, por 350 milhões de reais (cerca de US$ 206 milhões, ao câmbio da época), um quarto das ações do portal de internet UOL.

Até o ano passado, a estrutura acionária do UOL era composta pela Folhapar (54,87%), Portugal Telecom SGPS (21,95%), Portugal Telecom Brasil (6,83%), banco Fator(6,82%), outros acionistas (9,13%) e ações em tesouraria (0,41%). Agora, a Folhapar detém 58,64% do negócio, Queiróz ficou com 25% (menos que os 28,78% da PT), o banco Fator minguou para 5,55%, outros acionistas 10,4% e as ações em tesouraria ficaram nos mesmos 0,41%.

A Portugal Telecom, interessada em investir pesado no mercado de internet do Brasil por conta do tão combatido Plano Nacional de Banda Larga, foi obrigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica, que fiscaliza a formação de monopólios ou cartéis no país)a vender sua participação no UOL para poder comprar participação no grupo de telefonia OI, controlador do portal IG.

João Alves de Queiróz Filho, mais conhecido como “Junior da Arisco” por ser filho do fundador do grupo dedicado ao setor alimentício, começou com a lã de aço Assolan e hoje acumula Monange, Paixão, Risqué, Benegrip, Apracur, Doril, Lisador, Engov, Gelol, Zero-Cal, Bozzano, Jontex, Olla, Niasi e Cenoura & Bronze. Agora, pulando da água para o vinho, providencialmente vem suprir as necessidades da Portugal Telecom e da família Frias.

Não se entende o súbito interesse do “Junior da Arisco” pelo setor de telecomunicações. Afinal, o bilionário beneficiário de contas em paraísos fiscais sempre se dedicou a setores diametralmente distintos. Contudo, as “más línguas” andam dizendo que a bebida mais consumida hoje no topo do complexo do Grupo Folha instalado na alameda Barão de Limeira, em São Paulo, é um tipo de laranjada de preparação  luso-brasileira.

Revista Veja e Época podem usar documentos do livro A Privataria Tucana para se defender de Daniel Dantas,o amigo de Serra.

O golpe foi de mestre...não foi Dantas?

 

Veja e Época podem convocar Amaury como testemunha

Enviado por luisnassif, sex, 30/12/2011 - 16:21

A Veja e a Época podem usar o Amaury para se defender do Ricardo Sérgio. As duas revistas estão sendo processadas (ainda) pelo Ricardo Sérgio por causa de matérias sobre as suas conhecidas ações na privatização e caixa de campanha tucana. Agora, com o livro do Amaury Ribeiro Jr vendendo e provocando uma CPI, a Veja e a Epoca tem à disposição um conjunto de provas disponíveis para usarem juridicamente..

Jader Barbalho,como bom aprendiz de Sarney,Renan e outros já começa ganhando sem trabalhar.

Com a posse a quatro dias do fim do ano, Jader vai receber duas ajudas de custo no valor de R$ 26,7 mil – uma agora, outra no início do ano -, mais quatro diárias  (R$ 3,5 mil), mais o salário de janeiro, mês de recesso parlamentar. Ele afirmou que só quer receber o que tem direito como qualquer senador, “nem um centavo a mais nem a menos”.

Filho de Jader Barbalho faz o que seu pai gostaria de fazer na posse: zombar dos brasileiros

Filho do ficha-suja Jader Barbalho mostra a língua depois da posse do pai

estadão.com.br

Daniel Barbalho, de 9 anos, disparou caretas para todos os lados depois de participar da posse do pai, o senador Jader Barbalho. Barrado pela Lei da Ficha Limpa por ter renunciado a um mandato de senador em 2001 para escapar de um processo de cassação, o parlamentar só conseguiu garantir o cargo depois que o Supremo Tribunal Federal permitiu que ele assumisse a vaga.

Como conseguiu tomar posse antes do fim do ano, Jader tem direito a uma ajuda de custo de R$ 26 mil por este ano. O parlamentar decidiu levar a família à sessão extraordinária do Senado. O filho Daniel foi o centro das atenções durante a entrevista coletiva.

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José Serra não quer entrar na justiça contra o Autor e Editora do livro Ä privataria tucana”. É muito arriscado.

Jornalista e Proprietário da Geração Editorial, responsável pela publicação do livro “A Privataria Tucana”, Luis Fernando Emediato diz ver com estranheza o fato do PSDB ter prometido entrar na justiça contra o autor da publicação, Amaury Ribeiro Júnior.

“Os denunciados no livro são o senhor José Serra, a filha dele Verônica Serra, o genro dele, o primo dele e outras pessoas. Não é o PSDB. É muito estranho que um partido ingresse na justiça contra o livro e uma editora, sendo que o partido, em si não é citado”, argumentou. “Estranhamente, o senhor José Serra não está entrando na justiça”, complementou.

Jader Barbalho diz que volta ao Senado para aprender com Sarney e Renan.É preciso fechar o cofre então!