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Arquivo de 8, julho, 2009

Aposentados do INSS. O Lula vai acabar com o fator Previdenciário.O Lula não deixa trabalhador na mão.Veja a entrevista do Paim.

8, julho, 2009 Sem comentários

8/julho/2009 16:59

O senador Paulo Paim (PT-RS) desmentiu a informação publicada no jornal O Globo de que o governo estuda conceder aumento real aos aposentados como moeda de troca para manter o Fator Previdenciário. Em entrevista por telefone a Paulo Henrique Amorim, Paulo Paim garante que há um compromisso, assumido pelo próprio Presidente Lula, de acabar com o Fator Previdenciário e, simultaneamente, conceder aumento real a aposentados e pensionistas. Leia a seguir a íntegra da entrevista:

Ouça aqui a íntegra da entrevista com o senador Paulo Paim

Conversa Afiada – Senador, eu li hoje uma reportagem na página 6 do Globo dizendo que o governo pretende dar um reajuste acima da inflação aos aposentados e pensionistas do INSS que recebam benefício maior que um salário mínimo. Isso seria uma moeda de troca, como diz o Globo, para o governo manter o Fator Previdenciário. E o senhor, aparentemente, já tem um projeto aprovado para acabar com o Fator Previdenciário. Eu gostaria que o senhor nos ajudasse a entender qual a sua posição nessa polêmica.
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Paulo Paim – A minha posição é acabar com o Fator e dar o reajuste real dos aposentados, acompanhando o crescimento real do PIB, como é feito com o salário mínimo. E é bom dizer, houve uma informação truncada de quem passou – com certeza não fui eu – nas negociações que tenho participado, junto com senadores da base do governo, da oposição, como o Senador Mário Couto, o líder do governo Henrique Fontana, o relator, Pepe Vargas, em nenhum momento foi proposto a troca de um pelo outro. O governo se comprometeu, na frente do presidente (da Câmara) Michel Temer com o seguinte acordo de procedimento: a primeira semana agora de agosto o governo apresenta a sua proposta previdenciária. Ou seja, o governo quer uma outra redação, mas concorda que o Fator Previdenciário deu o que tinha que dar e tem que terminar. E, com o aumento real que ele propõe a dar aos aposentados, que eu defendo que seja igual ao PIN.
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CAF – Isso faria com que, em primeiro lugar, os aposentados, mesmo aqueles que ganham acima de um salário mínimo passarão a ter um aumento real?
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PP – Isso, um aumento real, que o índice até o momento o governo não revelou. A nossa proposta é a inflação mais o PIB. Repito, na primeira semana de agosto, eu apresento a nossa visão. Nós vamos dar uma proposta concreta com o fim do Fator e aumento real aos aposentados.
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CAF – Por que o senhor diz que o Fator Previdenciário já deu o que tinha que dar se ele, em muitos casos, inclusive a reportagem do Globo disse isso, que o Fator Previdenciário é um instrumento para manter sob controle o déficit da Previdência.
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PP – Primeiro que a Previdência não tem déficit. Tanto que o próprio Ministério da Previdência já reconhece que nesse mês que passou houve um superávit de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. O próprio governo já havia anunciado que quer abrir mão da contribuição do empregador para a Previdência, já que o superávit, que eu tanto preguei ao longo da minha vida, agora está sendo confirmado que ele existe. Por isso o próprio Presidente Lula havia me dito que a Previdência não é superavitária [Paim se confundiu, queria dizer “não é deficitária”, conforme afirmou anteriormente]. E deixa eu te dar uma informação agora, rápida. Nós estivemos com o Presidente nesta semana e eu levantei essa questão. O Presidente disse para mim o seguinte: “Paim, nós também queremos alterar o Fator e dar o aumento real para os aposentados”. Agora vamos discutir como fazemos isso, com certeza nos meses de julho e agosto.

Banco Santander S.A quer mandar no Brasil. E o que é pior é que não é o Fábio Barbosa que fala e sim um deles na Espanha.

8, julho, 2009 Sem comentários


Nota do blog: Este espanhol Francisco Luzón não tem nada que se manifestar sôbre o país estando na Espanha.Quem deve falar sôbre medidas tomadas pelo Governo brasileiro, se é que se julga no direito de falar, é o Fábio Barbosa que é o Presidente do Banco aqui. Estes espanhois pensam que ainda estamos nos tempos em que eram colonizadores e dizimaram milhões de latinos americanos e roubaram muito ouro e prata da Amèrica Latina.Visitem Potosi na Bolívia e verão o que deixaram por lá.

Não…este país não é uma republiqueta de banana para que um toureiro qualquer da espanha se julgue no direito de dizer o que deve ou não fazer uma empresa pública ou o Governo eleito pelo povo.

Estou seguro que o Fábio Barbosa não concorda com este tipo de pronunciamento.Há menos que ele não tenha mais nenhum poder de decisão ou prefira ficar calado. O AbnAmro não procedia assim.

Santander diz que atuação do BB e da Caixa para reduzir juros deve respeitar a concorrência.

SANTANDER, ESPANHA – O esforço do governo brasileiro em reduzir o spread bancário – levando os bancos públicos a baixarem suas taxas para puxar a concorrência – só funcionará se forem preservadas as condições de competição existentes no mercado. Ainda assim, será preciso alguns anos para haver uma queda efetiva dos juros cobrados pelas instituições privadas. A advertência foi feita pelo espanhol Francisco Luzón, presidente da divisão Américas, do banco Santander. Ele admite que os bancos públicos podem jogar um papel significativo, mas devem seguir regras.

- Manter dois grandes bancos públicos, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, mais o peso do BNDES, foi uma divisão estratégica acertada (do governo). Dito isso, me parece fundamental que a forma de trabalhar do setor público tem de ser de livre concorrência. Eles (os bancos públicos) não têm de ter vantagens especiais e têm que ser como os bancos privados, devem ter as mesmas regras e concorrer nas mesmas circunstâncias – afirmou Luzón.

Recentemente, em entrevista ao GLOBO, o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Arthur Sanchez Badin, defendeu ideia semelhante. Ele criticou a estratégia do Ministério da Fazenda de forçar os bancos públicos a reduzir os juros:

- É uma empresa pública disputando o mercado ao lado de empresas que maximizam o lucro, que é o objetivo delas. Só a concorrência faz aumentar a eficiência, via redução dos custos. Toda vez que se praticam preços que não são reais, o consumidor sai perdendo.

Luzón elogia a disposição do governo de reduzir os spreads, mas lembra que isso depende de muitos fatores e não apenas da vontade do Ministério da Fazenda. Ele cita a pressão fiscal sobre a economia brasileira e sobre o sistema financeiro, numa alusão aos depósitos compulsórios, que enxugam os recursos bancários disponíveis para empréstimos. O dirigente do Santander cita outros fatores, como o tamanho do setor público na economia.

- Todos (esses fatores) juntos devem levar à redução dos juros para os clientes. Depende de muitas circunstâncias, não só do setor financeiro. É um processo que vai demorar alguns anos. Ocorrerá no momento em que o Brasil estiver perto de ser um país desenvolvido.

Prêmio de Lula orgulha o Brasil, mas a imprensa esconde.

8, julho, 2009 Sem comentários

Por Ricardo Kotscho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ontem à noite, em Paris, o prêmio Félix Houphouët-Boigny concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura).

Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula “por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos”.

Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, Yasser Arafat, ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.

Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz.

Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula.

Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, “o senhor assume novas responsabilidades na história”.

Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. Dos três grandes jornais nacionais, apenas O Globo destacou a entrega do prêmio no alto da capa.

Para o Estadão, mais importante do que o prêmio recebido por Lula foi a manifestão de dois ativistas do Greenpeace que exibiram faixas conclamando Lula a salvar a Amazônia e o clima. “Ambientalistas protestam durante premiação de Lula”, foi o título da página A7 do Estadão.

O protesto do Greenpeace foi também o tema das únicas fotografias publicadas pela Folha e pelo Estadão. No final do texto, o Estadão registrou que Lula pediu desculpas aos jovens ativistas, retirados com truculência pela segurança, e “reverteu o constragimento a seu favor, sendo ovacionado pelo público que lotava o auditório”.

“O alerta destes jovens vale para todos nós, porque a Amaz}ônia tem que ser realmente preservada”, afirmou Lula em seu discurso, ao longo do qual foi aplaudido três vezes quando pediu o fim do embargo a Cuba e a criação do Estado palestino, e condenou o golpe em Honduras.

“Sinto-me honrado de partilhar desta distinção. Recebo esse prêmio em nome das conquistas recentes do povo brasileiro”, afirmou Lula para os convidados das Nações Unidas.

A honraria inédita concedida a um presidente brasileiro, motivo de orgulho para o país, também não mereceu constar da escalada de manchetes do Jornal Nacional. A notícia da entrega do prêmio no principal telejornal noturno saiu ensanduichada entre declarações de Lula sobre a crise no Senado e o protesto do Greenpeace.

É verdade que ontem foi o dia do grande show promovido nos funerais de Michael Jackson, mas também ganhou destaque na escalada e no noticiário a comemoração pelos quinze anos do Plano Real (tema tratado neste Balaio na semana passada) promovida no plenário do Senado, em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aproveitou para atacar Lula.

Diante da manifesta má-vontade demonstrada pela imprensa neste episódio da cobertura da entrega do Prêmio da Unesco, dá para entender porque o governo Lula procura formas alternativas para se comunicar com a população fora da grande mídia.

Muitas vezes, quando trabalhava no governo, e mesmo depois que saí, discordei dele nas críticas que fazia à atuação da imprensa, a ponto de dizer recentemente que não lia mais jornais porque lhe davam azia.

Exageros à parte, mesmo que esta atitude beligerante lhe cause mais prejuízos do que dividendos, na minha modesta opinião, o fato é que Lula não deixa de ter razão quando se queixa de uma tendência da nossa mídia de inverter a máxima de Rubens Ricupero, aquele que deu uma banana para os escrúpulos.

“O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga”, parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país.

Valeu, Lula. Parabéns!

José Serra,Governador de S.Paulo amarelou. Está com mêdo de ser candidato e perder novamente para Dilma.

8, julho, 2009 Sem comentários

Os insaciáveis
Enquanto se espalha aos quatro ventos a versão (verdadeira ou não, não sei) de que José Serra está amarelando na disputa à Presidência, o PMDB avança na sua aproximação da candidatura Dilma Rousseff. E sobre os cargos do governo.
Primeiro, Lula subjugou o PT no Senado para salvar José Sarney na presidência. Agora, vai arregaçar as mangas para fazer o mesmo nos Estados, para que os candidatos petistas engulam suas pretensões e abram as vagas majoritárias para os pemedebistas. Que, como nós bem sabemos, são insaciáveis.
O lance da vez é do presidente da Câmara e presidente do PMDB nacional, Michel Temer, que defende a nomeação do super-aliado Henrique Eduardo Alves, líder do partido na Câmara, para a Articulação Política de Lula. O atual ministro, José Múcio (PTB), vai ser despachado para uma vaga no TCU (Tribunal de Contas da União). E Temer quer empurrar Henrique Eduardo para a vaga.
São vários os motivos de Temer:
1) ter um homem em tempo integral dentro do Planalto para trabalhar sua própria (a de Temer) candidatura a vice na chapa de Dilma à Presidência. Ela quer que ele seja o candidato a vice, para furar a aliança Quércia-Serra ou PMDB-PSDB em São Paulo. E ele está mesmo louco para ser;
2) ter alguém forte do PMDB para garantir mais e mais espaços, digamos, “verticais”, do partido na administração federal em ano eleitoral;
3) mapear, em gabinete próximo ao de Lula, os votos dos Estados na convenção do PMDB que vai decidir o rumo do partido na sucessão presidencial. Neste momento, é mínima a possibilidade de o partido apoiar Serra ou um outro tucano; viável a do “liberou geral”, em que cada Estado pode fazer o que quiser; e forte a tendência pró-Dilma. Para ser exata: pró-Lula.
4) ajudar o presidente no seu empenho pessoal, direto, de tirar o PT e botar o PMDB na cabeça de chapa das disputas para os governos estaduais.
Falta, evidentemente, acertar com os adversários. Um deles é o próprio Henrique Eduardo Alves, que resiste à ideia e tem demonstrado a intenção de concorrer à reeleição como deputado e, depois de uns 40 anos na Casa, virar seu presidente em 2011.
Os outros são o PT, que, depois de tão machucado no Senado, não vai engolir calado (ou será que vai?) Lula dar o sétimo ministério ao PMDB — que já tem Agricultura, Integração, Defesa, Saúde, Minas e Energia e Comunicações. E logo a Articulação, um ministério essencialmente político e eleitoral.
Pelo PT, os dois candidatos mais fortes parecem ser o deputado Antonio Palocci, se conseguir se safar de todos aqueles rolos com a Justiça que o defenestraram da Fazenda, ou o personagem em ascensão na bancada parlamentar petista: o líder na Câmara, Cândido Vacarezza (SP).
Faça suas apostas. Depois que Lula humilhou o PT no Senado para ficar bem com o PMDB, tudo é possível. Inclusive a nomeação de um peemedebista para a Articulação e até mesmo o desempate pró-PMDB em Estados chaves, como Minas e Pará, onde PT e PMDB estão se matando. É Lula quem quer decretar qual dos dois morre e qual dos dois vive. Tudo, claro, pela candidatura Dilma, que nada mais é do que a manutenção do próprio Lula no poder.

Eliane Cantanhêde é colunista da Folha, desde 1997, e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Foi colunista do Jornal do Brasil e do Estado de S. Paulo, além de diretora de redação das sucursais de O Globo, Gazeta Mercantil e da própria Folha em Brasília.

Concurso Público. Veja as opções aqui no blog,estude e concorra.

8, julho, 2009 Sem comentários

Felizes proprietários de um FORDINHO dos anos 20 e 30 por ocasião de uma carreta em Brasília.

8, julho, 2009 Sem comentários
O primeiro aí é o meu grande amigo Felipão…que tive a honra de conhecer numa bela viagem de férias em Abidjan, na Costa do Marfim,acho que em 1985.

Chapéus, suspensórios, colete, gravata borboleta. “Os nossos avós se vestiam assim. As damas andavam sempre muito bem vestidas e os homens sempre usavam gravatas, ternos e cartolas. Na época era assim que funcionava. No mundo inteiro”, lembra o aposentado Luiz Felipe Gonçalves. (Felipão)

O traje especial, inspirado nos anos 20, foi uma homenagem à década de grandes transformações automobilísticas. Entre elas, o lançamento do Ford Modelo A, em 1928, o famoso Fordinho. “Ele trouxe a linha de produção em série. Com isso, todas as outras indústrias, não só de veículos, mas que também precisavam de um processamento contínuo, se modernizaram. Essa foi a grande vantagem do Fordinho na época”, explica o publicitário Lipel Custódio.

O primeiro passeio de Fordinhos de Brasília reuniu verdadeiras relíquias do carro. “Você tem uma peça produzida 80 anos após, mas com as exatas características, medidas materiais, de como era na época. Isso permite fazer uma restauração bem íntegra do automóvel”, revela o curador do Museu do Automóvel, Roberto Nasser.

Faróis arredondados e rodas de madeira. Marcas registradas do Fordinho. Um sonho para os colecionadores. E também tem a buzina, com seu som inconfundível.

Hoje, existem quase 40 Fordinho no Distrito Federal. Um deles, do jornalista Carlos Zarur, participou da primeira viagem de Ford Modelo A, em julho de 1985, de São Paulo a Brasília. “Nós saímos de São Paulo. Foram quatro dias de viagem, dormindo pelo caminho. Viemos com o apoio de mecânicos, evidente. Foi a primeira e única viagem desse tipo”, lembra Zarur.

Além dos admiradores, no Brasil o Fordinho ganhou um apelido especial. Por causa das alavancas, que ficam abaixo da direção, ele ganhou um novo nome: Ford Bigode. Outro detalhe do Fordinho: o banco traseiro, escondido, ficou conhecido como o “banco da sogra”.

“Na verdade, tinha duas versões. A sogra ia acompanhando o namorado com a filha e ficava tomando conta. Essa era a ideia inicial. Essa era a ideia inicial. No outro caso, o namorado não permitia que a sogra ficasse junto, porque ficaria muito apertado lá na frente”, conta o empresário Leimar Leitão de Assis.

Enfileirados, os Fordinhos passearam pelas ruas do Plano Piloto. A beleza do carro antigo misturada ao formato moderno da cidade. No Congresso, pose para uma foto oficial. “A gente sonhou em fazer esse passeio e nunca pensou que a coisa ia contagiar as pessoas a tal ponto. O evento tomou uma dimensão imensa, o entusiasmo e a riqueza dos modelos de carros. Enfim, é muito bacana”, acrescenta o organizador do passeio, Dib Francis.

O passeio terminou no Parque da Cidade, com direito a champanhe e foto de curiosos.

O Brasil passa "dançando pela crise" . Financial Times, um dos mais importantes jornais do mundo.Nada a ver com o Globo,Estadão,Folha,etc.

8, julho, 2009 Sem comentários

O Brasil passa “dançando pela crise“. A avaliação é do jornal britânico Financial Times, que veiculou ontem um caderno especial sobre o País. “Acontece que o Brasil, finalmente, após anos de promessas não cumpridas, está chamando a atenção mundial – e sugando investimento estrangeiro direto, enquanto muitos rivais ficam sem nada”, escreveu o jornal.

A publicação parte da movimentação dos negócios em torno da tradicional festa junina de Caruaru, em Pernambuco, para concluir que o mercado doméstico brasileiro é capaz de amparar não somente marcas específicas, como indústrias inteiras. É o caso, por exemplo, do carro bicombustível, feito para o mercado nacional e responsável por 90% das vendas de novos veículos no País.

“(O Brasil) é uma democracia madura, com uma economia diversificada e população jovem e adaptável deleitando-se de emprego estável e da renda em alta”, elogia o FT.

No entanto, apesar de parecer que o Brasil sairá da crise antes do esperado, não significa que está imune à retração global. O governo teve, em maio, o primeiro déficit primário desde 1999, refletindo a queda na arrecadação e os gastos com pacotes de estímulo. A princípio, a informação poderia não preocupar, diz o FT, já que muitos países enfrentam déficits maiores neste período.

“Mas é exatamente pelo fato de ter feito muito para colocar a casa em ordem que o Brasil se tornou tão atrativo para os investidores.” O jornal também lista o atraso de reformas consideradas estratégicas, aguardadas desde o governo Fernando Henrique Cardoso. A falta de infraestrutura, com estradas dilapidadas, a ameaça da violência e a aceitação da corrupção como algo comum são outros problemas apontados.

Presidente Lula foi ovacionado quando condenou golpe de Estado em Honduras e pediu o fim do embargo a Cuba e a criação do Estado palestino

8, julho, 2009 Sem comentários
Bertrand Guay/France Presse

Com faixas pedidndo a preservação da Amazônia, ativistas do Greenpeace invadem palo pouco antes de Lula receber prêmio em Paris

CÍNTIA CARDOSO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM PARIS

Com um discurso carregado de menções aos principais problemas da agenda internacional, o presidente Lula recebeu ontem o prêmio Félix Houphouët-Boigny na sede da Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura) em Paris.

“Sinto-me honrado de partilhar essa distinção. Recebo esse prêmio em nome das conquistas recentes do povo brasileiro”, disse Lula diante da plateia de diplomatas, políticos e convidados das Nações Unidas.

O júri, presidido pelo ex-secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger e 11 personalidades internacionais, concedeu o prêmio a Lula “pela sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos”.
Atualmente na sua 20ª edição, a premiação já teve entre os ganhadores o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, o ex-premiê israelense Yitzhak Rabin, o presidente da Autoridade Nacional Palestina Yasser Arafat e o ex-presidente dos EUA Jimmy Carter.

Além de um diploma e uma medalha de ouro, o premiado recebe um cheque de US$ 150 mil. Segundo Alioune Traoré, secretário-executivo do Prêmio Félix Houphouët-Boigny, um terço dos laureados ganhou posteriormente o Prêmio Nobel da Paz. Dirigindo-se a Lula, Traoré afirmou que, “com esse prêmio, o senhor assume novas responsabilidades na história”.

A avaliação foi partilhada pelo primeiro-ministro português, José Socrates, que disse que Lula é “uma das vozes mais empenhadas na construção de uma nova ordem mundial”. Para Koichiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, Lula é exemplo de “luta contra a pobreza”.

O presidente Lula destacou a paz ao discursar. “É intolerável querer transformar diferenças entre as civilizações em razão de conflito. Não haverá paz enquanto houver intolerância étnica, cultural e ideológica.”

Para Lula, a região da América Latina e Caribe é um exemplo de pacificação por formar “a primeira zona desnuclearizada do globo”. Sublinhou, porém, que “o desenvolvimento e a estabilidade política dos nossos vizinhos são fundamentais”. Por isso, “condenamos de forma veemente o golpe em Honduras”. Esse foi um dos momentos mais aplaudidos.

Outros dois trechos que renderam ovação foram a defesa da criação de um Estado palestino e um pedido pela suspensão do embargo a Cuba. “Essa é uma relíquia da Guerra Fria.”

A defesa da inserção dos países emergentes na tomada das decisões internacionais também esteve presente no discurso de Lula, que conclamou uma “reforma dos mecanismos globais de governança e do Conselho de Segurança da ONU”.

A conclusão da Rodada Doha da OMC (Organização Mundial do Comércio) e um plano em escala mundial contra o aquecimento climático foram outros pedidos de Lula para a comunidade internacional.

Sobre a agenda dos problemas internos brasileiros, dedicou espaço menor, com ênfase num balanço positivo: “Seis anos após o início do Fome Zero, a desnutrição é um problema marginal no Brasil. O índice de desigualdade é o mais baixo das últimas três décadas”.

Pouco antes da premiação, dois militantes do Greenpeace subiram ao palco com duas faixas: “Lula – Salve a Amazônia, Salve o Clima”. Eles foram retirados pelos seguranças do palco com alguma truculência. Lula depois se desculpou pelo incidente e pelo tratamento dado aos jovens e disse que o alerta das faixas dos manifestantes era “importante” e que “a Amazônia tem que ser preservada”.

Depois do evento, Lula embarcou para a Itália para acompanhar o encontro do G8.

Enviado por: luisnassif – Categoria(s): Diplomacia

GP de Galinhas em São Bento do Una-Pernambuco. A maior corrida de galinhas do planeta.

8, julho, 2009 Sem comentários
Tem Banco que patrocina a corrida

POSTADO ÀS 15:10 EM 07 DE Julho DE 2009

São Bento do Una, cidade do agreste pernambucano, a 209 quilômetros do Recife, prepara-se para a tradicional e uma das maiores festas da região – a Corrida da Galinha.

O evento é promovido pela prefeitura e acontece de 24 a 26 deste mês, tendo como objetivo mostrar de forma divertida e irreverente o potencial econômico da cidade.

Este ano, em sua 12ª edição, traz como tema: CISCANDO NA CRISE, uma alusão ao momento da economia mundial.

A avicultura é a principal atividade do município, que produz em torno de 45 milhões de ovos/mês e 1 milhão de aves para abate, o que o coloca no topo da avicultura do estado e gera seis mil empregos diretos e indiretos.

Outro índice do qual se orgulha a população local é de ser importante bacia leiteira de Pernambuco, com uma produção de 100 mil litros de leite/dia. Várias pequenas indústrias de laticínios tem se instalado na área nos últimos anos.

A expectativa dos organizadores da festa é de que milhares de pessoas compareçam para prestigiar o evento, que já entrou para o calendário turístico da região.

A exemplo do que tem acontecido nos anos anteriores, além das competições no Galinhódromo, grandes atrações musicais vão se apresentar no período, entre as quais Alceu Valença, Asas da América, Bloco da Saudade, Saia Elétrica, Marreta é Massa, Vai D 3 entre outras.