Arquivo

Arquivo de 22, julho, 2009

Ranking de reclamações contra Bancos não espelha a realidade

22, julho, 2009 Sem comentários

bc

Esta é uma posição que não reflete a realidade do que ocorre no dia a dia dos clientes de Bancos no Brasil.Em geral os Bancos brasileiros tratam mal os clientes principalmente os de baixa renda, são ineficientes e abusam na cobrança de taxas e tarifas. A qualidade de serviços e o atendimento  são ruíns porque se investe muito na construção de Agências sofisticadas e muito menos na formação dos Gerentes.

Um outro elemento que distorce este ranking é a base de clientes.Entra nesta base clientes com contas zeradas,com contas movimentáveis apenas com cartão salário e benefícios,com contas sem saldos e paralisadas, clientes das financeiras associadas (que nem conta tem) e até mesmo aqueles que já estão com suas contas encerradas.

A base de clientes real e produtiva é muito menor do que a publicada pois os Bancos procuram mostrar uma situação melhor para não ficar mal perante a concorrência.

De toda forma os 5 acima sempre aparecem neste ranking,apenas alternando a posição.

DSG online

Piada do dia:Bancos acompanham Copom e reduzem taxas de juros

22, julho, 2009 Sem comentários

macOs principais bancos do País aproveitaram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros, para 8,75% ao ano, e anunciaram a redução de suas próprias taxas de juros.

O Bradesco anunciou a redução das taxas de diversas modalidades de crédito. Para os clientes pessoa física, a taxa de juros mínima do cheque especial caiu de 4,58% ao mês para 4,54% ao mês, e a máxima de 8,28% ao mês para 8,24% ao mês. No crédito pessoal, a taxa mínima caiu de 3,11% ao mês para 3,07% ao mês, e a máxima de 5,68% ao mês para 5,64% ao mês.

Para empresas, na linha de capital de giro pratica taxas a partir de 1,82% ao mês – na taxa máxima reduziu de 4,86% ao mês para 4,82% ao mês. Na modalidade conta garantida, opera com taxas a partir de 1,89% ao mês. O novo patamar de juros do Bradesco passa a vigorar a partir de segunda-feira.

Já no Banco do Brasil as novas taxas são válidas a partir da próxima sexta-feira. No cheque especial, a taxa máxima caiu para 7,65% ao mês e a mínima para 1,21%. No cartão de crédito, a máxima cedeu para 12,52% e a mínima, para 2,95% ao mês. O parcelamento de fatura de cartões de crédito teve as taxas reduzidas para 3,34% (mínima) e 4,52% (máxima).

As taxas do crédito pessoal (BB Crédito Automático) também foram reduzidas, passando a taxa mínima para 4,41% e a taxa máxima para 5,25% ao mês. Para o financiamento de veículos, a taxa mínima foi reduzida de 1,19% para 1,17% e a taxa máxima caiu de 2,4% para 2,36%.

O HSBC terá novas taxas de juros a partir de quinta-feira. Para pessoa física, a taxa máxima do cheque especial passou de 9,3% ao mês para 9,26%. O crédito pessoal tem taxa máxima de 7,33% ao mês. Para empresas, a taxa do cheque especial passou de 9,33% para 9,31%.

O Itaú Unibanco também reduziu os juros de contratação do crediário e cheque especial, tanto para pessoa física quanto jurídica.

A redução será de 0,04 ponto percentual sobre as taxas máximas mensais praticadas no Itaú Unibanco, o que corresponde ao repasse integral do corte de 0,5 ponto percentual efetuado na Selic. Os novos valores têm validade a partir da próxima terça-feira.

Na terça-feira, antecipando a reunião do Copom, Caixa Econômica Federal anunciou a redução das taxas de juros de 13 das suas linhas de crédito comercial. O corte, para pessoas físicas e empresas, passa a valer a partir da próxima segunda-feira, exceto as operações rotativas, que têm vigência a partir de 1º de agosto.

Para pessoa física, a Caixa reduziu a taxa para o crédito pessoal, com redução de até 17,72%, passando de 4,91% ao mês para 4,04%. O banco também diminuiu as taxas do penhor de 2,08% para 2,05%. No micropenhor, os juros passaram de 1,7% para 1,68%. No consignado, a taxa máxima passou de 2,31% para 2,28% e a mínima ficou em 0,85%.

A Nossa Caixa seguiu a mesma decisão da Caixa e anunciou na terça-feira suas reduções. As novas taxas passam a valer a partir de quinta-feira, e estão até 1,45 ponto percentual mais em conta, caso da linha de antecipação de 13º salário, que caiu de 3,95% para 2,5%. As taxas para financiamentos de veículos, que variavam entre 1,2% e 1,7% ao mês, caíram para 1,1% a 1,4%.

Taxa Selic cai para 8,75% ao ano.

22, julho, 2009 Sem comentários

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central diminuiu o ritmo, mas manteve os cortes à taxa básica de juros. Em decisão nesta quarta-feira, o órgão decidiu por reduzir a Selic pela quinta reunião consecutiva, em 0,5 ponto percentual, para 8,75% ao ano – o menor valor da história da taxa, criada em 1999.

Desde janeiro, quando a Selic estava em 13,75% ao ano, a taxa já perdeu 5 pontos percentuais.

“Tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas, o Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 8,75% ao ano, sem viés, por unanimidade”, disse o BC em comunicado.

Mercedes Soza – La negra de longos e lisos cabelos negros

22, julho, 2009 Sem comentários

sosa_mercedes400x300DSG on line presta hoje uma simples homenagem a uma das mais expressivas cantoras da América Latina postando para sua escuta duas lindas  canções de Violeta Parra (Cantora e compositora Chilena).

Gracias a la vida e Volver a los 17

Na canção Volver a los 17 há uma participação brilhante de Milton Nascimento.

Mercedes Sosa (Tucumán, 9 de julho de 1935) é uma cantora argentina de grande apelo popular na América Latina. Alcunhada La Negra pelos longos e lisos cabelos negros.

Descoberta aos quinze anos de idade, cantando numa competição de uma rádio local da cidade natal, quando foi-lhe oferecido um contrato de dois meses. Admirada pelo timbre de contralto, gravou o primeiro disco Canciones con Fundamento, com um perfil de folk argentino. Consagrou-se internacionalmente nos EUA e Europa em 1967, e em 1970, com Ariel Ramirez e Felix Luna, gravando Cantata Sudamericana e Mujeres Argentinas. Gravou um tributo também à chilena Violeta Parra.

Sosa interpreta um vasto repertório, gravando canções de vários estilos. Atua freqüentemente com muitos músicos argentinos como León Gieco, Charly García, Antonio Tarragó Ros, Rodolfo Mederos e Fito Páez, e outros latino-americanos como Milton Nascimento, Fagner e Silvio Rodríguez.

É também uma conhecida ativista política de esquerda, foi peronista na juventude. Em tempos mais recentes manifestou-se como forte opositora da figura de Carlos Menem e apoiou a eleição do ex-presidente Néstor Kirchner. A preocupação sócio-política refletiu-se no repertório interpretado, tornando-se uma das grandes expoentes da Nueva Canción, um movimento musical latino-americano da década de 60, com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas. No Brasil, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, entre outros artistas, são expressões da Nueva Canción, marcada por uma ideologia de rechaço ao que entendiam como imperialismo norte-americano, consumismo e desigualdade social.

Mídia alternativa. A ficha está caindo

22, julho, 2009 Sem comentários
HousePor Venício A. de Lima em 21/7/2009
-Um dos maiores obstáculos – talvez o maior – à democratização das comunicações no Brasil tem sido a dificuldade histórica de grande parte da população em compreender a mídia como um poder e a comunicação como um direito. Estão aí incluídos amplos setores da sociedade civil organizada, inclusive, partidos políticos e organizações sindicais.

Enquanto as velhas oligarquias políticas e os grupos empresariais dominantes se tornaram os controladores das concessões públicas de radiodifusão e usaram este poder na articulação e defesa de seus interesses, a comunicação sindical, por exemplo, se consumia em disputas internas e ignorava o enorme potencial estratégico de construção unificada de uma mídia alternativa que buscasse romper a assimetria antidemocrática que historicamente tem constituído nosso espaço público.

Retomo essa obviedade para constatar que, uma série de fatores está provocando a mudança dessa realidade em nosso país.

Fatores de mudança

Pelo menos três fatores, dois estruturais e um conjuntural, merecem ser lembrados. O primeiro, certamente, é o crescimento – incontrolável, surpreendente e contraditório – da inclusão digital. Os dados do último relatório anual do Comitê Gestor da Internet, divulgado no final do mês de maio, revelam que cerca de 60 milhões de brasileiros, vale dizer, um terço de nossa população, já acessam a internet. E mais: o perfil predominante deste usuário se desloca das classes A e B para as classes C e D, isto é, para domicílios com renda entre três e cinco salários mínimos. Esse imenso contingente bate recordes mundiais mensais de tempo de navegação e de participação em redes sociais virtuais.

Um segundo fator é o sucesso da imprensa “popular” e regional. Ao contrário da grande mídia impressa tradicional, ela dá sinais impressionantes de vitalidade que, inclusive, justificam a importante reorientação na aplicação das verbas de publicidade oficial que vem sendo executada pela Secom e que tanto tem irritado os velhos “donos da mídia”.

O terceiro fator é a realização da 1ª Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), em dezembro próximo. Mesmo que ela venha a ocorrer sob o domínio dos velhos e ainda poderosos atores dominantes no setor de radiodifusão e de seus aliados no Congresso Nacional e no próprio governo, sua convocação tornou obrigatório o debate sobre a mídia e a importância estratégica da comunicação.

Ressonância na sociedade civil

Esses fatores têm provocado uma ressonância importante na sociedade civil. Depois de muitos anos, o campo sindical se deu conta de seu potencial comunicativo e iniciativas como a Rede Brasil Atual – uma revista, um portal de notícias e um programa de rádio – já são realidade. Portais alternativos de informação e análise se firmam no já concorrido ciberespaço. Um bom exemplo é o Portal Vermelho que bate sucessivos recordes de acesso. Várias outras iniciativas locais e regionais desse tipo estão em andamento.

“Pipocam” debates sobre a mídia e seu papel por todo país. Partidos políticos, importantes setores sindicais e as mais diversas entidades da sociedade civil organizada se preparam para participar – direta ou indiretamente – da 1ª Confecom. A polarização de interesses que já se revela claramente nas reuniões de sua Comissão Organizadora tem sido objeto de discussão em vários encontros e seminários.

Mídia como poder e comunicação como direito

Tudo isso significa que finalmente a comunicação está se transformando em objeto de discussão, isto é, está entrando na agenda pública, algo que a grande mídia sempre tentou boicotar em nosso país. Como poder singular que é, a mídia – e todos os outros poderes na democracia – precisa e deve ser regulada e estar sujeita à fiscalização em nome do interesse público. É assim que funciona nas principais democracias do planeta e é assim que deve funcionar aqui também. E isso, não há dúvida, só será possível quando a maioria da sociedade compreender a mídia como um poder e a comunicação como um direito.

Aposentados do Banespa exigem do Santander seus direitos adquiridos

22, julho, 2009 Sem comentários
O Presidente Lula criticou a forma como se deu a privatização dos Bancos estaduais durante o Governo do Farol de Alexandria Fernando Henrique Cardoso que por muito pouco não vendeu também a Petrobrás. No governo deste invejoso Presidente até o nome da empresa  queriam mudar para Petrobrax.
O DSG online tinha muita vontade de ver o FHC no meio da multidão lá no Nordeste. Duvidamos que ele faça isso pois a turma do PSDB não gosta muito do povão e prefere os engravatados e engomadinhos como o Daniel Dantas que segundo dizem anda lavando dinheiro com fazendas no estado do Pará.Nas palavras de FHC ele é “brilhante”.
Mas o que é importante destacar é que os Bancos estaduais foram vendidos a preço de banana nanica. Só o Bandepe tinha benefícios fiscais superior a 5 vezes o valor de compra em leilão e tais benefícios continuam sendo usados pelo grupo para não pagar ou reduzir pagamento de tributos no Brasil.
O que é isso? Grande parte são dívidas não pagas por usineiros nordestinos,politicos pernambucanos,empresas financiadas pela Sudene,apadrinhados, e que foram jogadas para créditos em liquidação e provisionadas pelo Governo federal antes da venda.
Porque o Bandepe ainda existe oficialmente inclusive com Diretoria estatutária vigente,apesar de não ter mais nenhuma Agência aberta? Os fiscais da Receita Federal e o Banco Central deveriam investigar isso.Afinal trata-se de um grupo multinacional que conta com os maiores especialistas em encontrar fórmulas para reduzir pagamento de impostos.
Mas deste Banco Central não se pode esperar grande coisa. É sabido que Diretores deste órgão fiscalizador quando vão prá Brasilia já tem emprego garantido nos grandes Bancos.Outros já saem como Banqueiros.
E haja informações privilegiadas circulando…circulando…circulando.
No caso do Banespa,Banerj,Bemge,Baneb e outros a situação não é diferente. Os Bancos aproveitaram da avaliação mal feita de forma intencional no momento da aquisição e continuam usando os créditos pôdres  da época para sugar ainda mais o Brasil pagando menos impostos.
Quanta gente foi prejudicada. Vejam o caso dos aposentados do Banespa que lutam pelos seus direitos adquiridos  e esperam contar com a ajuda de todos, mas principalmente dos políticos e em especial do Presidente Lula para o restabelecimento dos mesmos. Veja o que diz um dos aposentados que trava uma incansável luta em pról dos aposentados:
“Nossa força é limitada à justiça e a algum empenho político isolado.Quando for conveniente e o Sr. Presidente quiser, ele, com o inegável prestígio político internacional que possui, pelo seu passado de luta sindical, pode transformar o discurso em ação. A privatização não foi “a troco de nada”. Foi a troco da liberação dos títulos da Res.118 ao Santander,foi a troco de nossos direitos adquiridos,foi a troco de nossa dignidade.O aspecto político e comercial foi abordado, porém o aspecto humano precisa ser lembrado, e esta é uma grande chance para que os colegas e entidades que o apoiam busquem este importantíssimo apoio”.
O DSG online é um espaço aberto para a luta de todos os aposentados dos Bancos estaduais privatizados.

Bancos suissos evitam clientes americanos.No Brasil continuam lavando,enxaguando e ajudando a sonegar.

22, julho, 2009 Sem comentários

money-laundering-4Após a disputa entre o governo dos Estados Unidos e o UBS para a quebra de sigilo de cidadãos americanos que teriam usado contas na instituição para sonegar impostos, alguns bancos suíços estão recusando clientes americanos por receio das autoridades daquele país, segundo o jornal norte-americano “Wall Street Journal”.
De acordo com reportagem publicada ontem, ao menos quatro instituições financeiras adotaram medidas especiais para lidar com clientes com domicílio nos EUA ou se recusaram a aceitar o dinheiro deles.
Embora esses bancos sejam relativamente pequenos comparados com instituições como Julius Baer e Credit Suisse Group, a iniciativa mostra o abalo sofrido na indústria bancária da Suíça por conta da ameaça de quebra de sigilo.
Nas últimas semanas, o banco Zürcher, por exemplo, decidiu recusar contas de cidadãos americanos. Outros colocaram restrições maiores a esses clientes, ainda de acordo com o jornal.
O receio começou após o UBS, a maior instituição financeira suíça, ser acusado de facilitar a sonegação fiscal para milhares de contribuintes americanos. Em fevereiro, o UBS pagou multa de US$ 780 milhões e revelou dados de 255 clientes para fechar um processo penal. Entretanto, um processo que intima o banco a fornecer informações de 52 mil clientes continua aberto.

Santander recorrerá aos brasileiros para aumentar capital e mandar mais dividendos para a matriz

22, julho, 2009 Sem comentários

O grupo Santander no Brasil -que inclui as operações do Real, compradas no final de 2007- informou que estuda a possibilidade de realizar uma oferta pública de ações na Bolsa de Valores de São Paulo.
Segundo comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a oferta deve ser primária, ou seja, o banco emitiria novos papéis, aumentando o seu capital. Tecnicamente, a oferta não pode ser considerada uma abertura de capital, pois o banco já tem ações negociadas na Bovespa -mas só 2% do total dos papéis. Trata-se das ações que eram do Banespa -adquirido do governo paulista em 2000-, dos quais os minoritários não quiseram se desfazer. Ontem, também devido à baixa liquidez (volume de negócios reduzido), as ações ordinárias subiram 25%, para R$ 0,20, e as preferenciais, 31,25%, para R$ 0,23.
Ainda não há informações sobre o tamanho da oferta e a data da sua realização, as quais, segundo o grupo, “dependem, entre outros fatores, das condições de mercado”. No entanto, discutia-se no mercado que a emissão seria realizada em setembro e ficaria entre R$ 5 bilhões e R$ 7 bilhões.

Este Presidente do Cade está trabalhando para os Bancos privados?Melhor ficar de olho nele.

22, julho, 2009 Sem comentários

O presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Arthur Badin, disse que o corte dos juros promovido pelos bancos estatais, na tentativa de obrigar as outras instituições a baixar o custo do dinheiro, ameaça prejudicar o setor bancário.
“Os bancos públicos cumprem um papel importante na recuperação econômica”, disse Badin em entrevista em Brasília. “Mas é preciso tomar cuidado para que, a pretexto de aumentar a competição, não se atinja o contrário no longo prazo, com precificação irracional dos juros onde há possibilidade de efetiva competição.”
As autoridades brasileiras, inclusive o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conclamaram os bancos a aumentarem a concessão de empréstimos e a reduzirem o custo do financiamento depois da crise do crédito do ano passado. Caixa Federal, Banco do Brasil e BNDES reduziram suas taxas.
“A decisão dos bancos públicos de reduzir juros foi eminentemente política, e não resolve problemas estruturais, por exemplo, a inadimplência e a curva de juros futuros no Brasil”, afirma André Perfeito, economista da corretora Gradual CCTVM Ltda.

Lula apanha do PIG e dá o troco com sua coluna semanal

22, julho, 2009 Sem comentários

figaroSaiu ontem no francês “Le Figaro” e é a manchete do Editors Weblog, site de referência para a imprensa mundial, que Lula virou um “super-éditorialiste” com sua coluna “O Presidente Responde” em 115 jornais do Brasil inteiro.

O ministro Franklin Martins diz ao jornal francês que, após um primeiro mandato de atrito com a mídia, hoje “Lula fala, mas dá ênfase à imprensa popular e regional”. O “Figaro” observa que, “mesmo nas mãos de ‘caciques’ pouco favoráveis ao governo, eles sustentam sua política e suas declarações, porque Lula vende jornal”.

O Editors Weblog encerra seu post alertando que “a inclusão de uma coluna governamental regular em centenas de jornais levanta dúvidas sobre o futuro da neutralidade e da independência da imprensa”.Di Nelson de Sá.