Colegas do Bandepe ! É hora de união…

1, outubro, 2007 Sem comentários

Sabem o que eu acho? Que na hora das demissões vai sobrar mais , como sempre, para o pessoal do Bandepe em Pernambuco. Alguém aposta? E é uma pena pois são em geral mais competentes, mais bem formados, mais dedicados e conhecem melhor o mercado. Eu falo isso porque conheço e bem…

Deu na Folha de S.Paulo hoje:

Clima é de apreensão no Real; no Santander, euforia domina
DA REPORTAGEM LOCAL
Às vésperas do maior negócio bancário do país, o clima é de apreensão entre os funcionários do ABN Real, que, além de perder o emprego, temem ter diminuídos benefícios, como bolsas de estudo, reembolsos de remédios e dentista, entre outros. Já no Santander, gerentes de agências e de unidades de negócios fazem planos para incorporar novas equipes e darem as diretrizes de um negócio que imaginam liderar.

O tico é muito bonito…

30, setembro, 2007 Sem comentários

Dois fieis companheiros : O Big e o Tico

30, setembro, 2007 Sem comentários

O Tico ( gatinho) tinha sido abandonado ao nascer numa estrada do interior de S.Paulo e já está conosco há 8 anos. O Big ( maltês ) foi adquirido em 2003 também em S.Paulo. Os dois se dão muito bem e fazem a alegria da casa.

Nossas sugestões para quem matou a honestidade…

30, setembro, 2007 Sem comentários

Os politicos
As grandes empreiteiras

O processo não é um simples processo trabalhista…

29, setembro, 2007 Sem comentários

Conforme já afirmei em vários posts anteriores o meu processo não é um simples processo trabalhista pois envolve simulações,mentiras, problemas fiscais, etc.

Uma das mentiras e que, se fosse aceita eventualmente pela justiça ,poderia me trazer grandes prejuízos, é a afirmativa mentirosa da testemunha que afirmou,sob juramento, que o Banque Real de Cote D’Ivoire S.A não fazia parte do Grupo do Banco Real à época, sugerindo com isso que eu fui para a África por conta própria e lá eu pedi e consegui emprego nas duas ocasiões.

Muito embora a mentira da testemunha já tenha sido provada no processo, resolvi publicar hoje uma das provas que possuo e que deixa claro a ligação societária dos Bancos .

Quando o funcionário era transferido do Brasil o Banco fixava o salário mensal que era pago geralmente da seguinte forma:

a-salário local – era o salário recebido diretamente no pais,na moeda local;
b-ajuda de aluguel – também recebido no pais em moeda local
c-salário off-shore – pago em US$ pelo Banco Real S.A -Panamá que por sua vez era reembolsado pela Unidade do exterior via contrato “especial “com a GMS .

Por que off-shore? esta forma de pagamento beneficiava o Banco e terceiros pois não gerava nenhum tipo de imposto , tanto no ato de pagar quanto no ato de reembolso para a GMS, esta sim uma empresa que não era do Banco.

Na foto temos uma prova que:

1-quem pagava o salário off-shore era o Banco Real – Panamá;
2-o crédito era feito em conta também no Banco Real Nova York;
3-está claro que ao me identificar o Banco e seu sistema sabiam que eu trabalhava no Banco Real da Costa do Marfim;
4-este pagamento antecedeu de pouco tempo minha transferencia para o Delta Bank e o valor está de acordo com carta emitida pela Divex ( será publicada posteriormente);
5-a emissão deste comprovante também é do Banco Real de Nova York ;

Alguém tem dúvida do que afirmo? Quem mente?

Uma pergunta que não quer calar!

Como é possivel que um grande grupo financeiro ( que tem contrôles sofisticadissimos) deixa um dos seus principais executivos , perdido na África e em Miami , trabalhando para outras empresas concorrentes durante mais de 10 anos, continua pagando seu salário off-shore e depois com a cara mais limpa do mundo diz que descobriram o erro e regularizaram a situação? Dá pra acreditar nisso? Não dá né, mas que tentaram passar esta versão tentaram…

Minha sorte é que a justiça de Pernambuco foi justa. Sorte ? Não ! É justiça…apesar de ser lamentável a estratégia da defesa, principalmente por ser de conhecimento e admitida pela nova administração, tão ávida por ética e por difundir valores como respeito e profissionalismo.

Mais uma vez reafirmo: tudo que eu escrevo aqui está provado documentalmente no processo e tenho cópias em meu poder e depositadas em locais diferentes.

Os mineiros sabem muita coisa…

29, setembro, 2007 Sem comentários

Tem muito mineiro que sabe onde anda o dinheiro, como é levado, como chega, como volta, como e onde fica , e também como sai e como se financia as campanhas politicas no Brasil. Mineiro trabalha em silêncio mas sabe tudo…
“Ser mineiro é não dizer o que faz , nem o que vai fazer ,é fingir que não sabe aquilo que sabe , é falar pouco e escutar muito , é passar por bobo e ser inteligente , é vender queijos e possuir bancos . Um bom mineiro não laçaboi com imbira , não dá rasteira no vento , não pisa no escuro , não anda no molhado , não estica conversa com estranhos , só acredita na fumaça quando vê fogo , só arrisca quando tem certeza , não troca um pássaro na mão por dois voando .

Nós precisamos mudar o Brasil…

28, setembro, 2007 Sem comentários

Neste país não acontece nada para:

-politicos que são financiados por caixa dois de grandes grupos financeiros e empresariais;

-para empreiteiras que financiam gastos particulares de senadores,deputados,prefeitos,etc;

-para quem autoriza aditivos injustificados nos contratos públicos;

-para os Bancos e financeiras que cobram tarifas escandalosas dos clientes pequenos;

-para as empresas que não cumprem a legislação trabalhista;

Até no Supremo tem jeitinho e jeitinho todo mundo sabe…há alguém que paga.

Repetindo: Nunca fui ao Uruguai ( resposta a um leitor)

27, setembro, 2007 Sem comentários
Domingos

…que história é essa de Uruguai?O que você quer insinuar? Você não tem receio de um processo do Delta? deixa a justiça se pronunciar em definitivo.
SRP

Minha resposta:

Eu trabalhava no Delta e minha base era Miami,atuando também para Grand Cayman .Minhas áreas de atuação eram S.Paulo, Minas, Rio e Nordeste e sempre trabalhei em conjunto com os Gerentes do Real na conquista e manutenção de clientes brasileiros.

Toda vez que eu vinha ao Brasil eles ( Delta) me davam esta carta, mas o certo é que eu jamais fui ao Uruguai no período em que trabalhei lá nos Estados Unidos. O Delta sabia que o meu destino era exclusivamente o Brasil e os vistos no meu passaporte provam o que digo.

Agora o que eu quero dizer é que se o Banco me dava esta carta é porque algum motivo tinha e,se alguem deve explicar este motivo, é o próprio Delta ou o Real. Claro que eu sei mas guardo prá mim,por enquanto.

Outra coisa : não há a mínima lógica, nos tempos modernos do DHL/Sedex/Fedex etc., que um Banco se utilize rotineiramente de seus executivos para levar formulários a um concorrente. Aliás é bom frisar que quem disse concorrente foi a própria testemunha do Banco no processo trabalhista 01521 2004 014 .

Alguém, mentalmente sadio e medianamente inteligente, pode aceitar que um banco envie regularmente formulários via portador especial a um concorrente?

Uma coisa é certa: a existencia deste tipo de carta pode explicar parte dos motivos que levaram o Delta a exigir a simulação da rescisão do meu contrato com o Real e este último,por ser do mesmo dono à época, simplesmente acatou as ordens do Sr. Virmondes.

Ou alguém acha que eu estou errado?

Com relação a receio de processo? Nunca tive e nem tenho. Estou, como sempre estive, preparadissimo para o que der e vier . O meu contrato foi único, isso já foi provado e eu só vou descansar no dia em que a minha situação previdenciária (FGTS e INSS) for resolvida na justiça.Não tenho o poder econômico, mas tenho a verdade e as provas do meu lado.

Mas e se não for resolvida?

Ai são outros quinhentos…

Quanto a justiça está claro que eu espero a decisão que só pode ser favorável,posto que provei documentalmente tudo e o TRT assim já decidiu. Agora o meu processo não é um simples processo trabalhista pois envolve mentiras,simulações e humilhações que eu não estou disposto a guardar apenas para mim e minha familia.Todos os meus ex colegas, colegas, amigos,inimigos eventuais e quem mais tiver a coragem de me ler, vai saber tudo…tim tim por tim tim e no final, quando tudo estiver regularizado, eu fecho este blog e abro um outro só para publicar coisas boas,. Se é que ainda terei leitores…espero que sim.

Enquanto isso vou publicar tudo para que não se repita estes fatos lamentáveis e desonestos contra outros expatriados que, como eu, sacrificaram suas familias para crescerem os balanços e resultados de Bancos e no final constatam que,de forma metódica e premeditada, seus empregadores deixaram de cumprir minimamente as leis trabalhistas do Brasil.

Eu fiz tudo que estava ao meu alcance para não chegar a esta situação, mas com o passar do tempo ví que o Banco, mesmo sob nova administração, prefere ganhar tempo e ao que parece endossar os procedimentos ilegais adotados neste caso. A ética fica só no discurso.

ET: já sei quem você é.Como anda o café no Espirito Santo?

Os Sivuqueiros

20, setembro, 2007 Sem comentários

Existem vários blogs muito interessantes e que fazem parte do Sivuca. Acesse o Sivuca através do site: http://www.sivuca.com/ . Muita coisa que você vai ler o Jornal Nacional não mostrou ou nunca vai mostrar, ou se mostrar vai ser com a visão golpista da Rede Globo.

Banco do Estado de………………….Minas Gerais

20, setembro, 2007 Sem comentários

Minha opinião :

A noticia abaixo está na Folha de São Paulo de hoje. Minha opinião (que não vale absolutamente nada neste caso do BEMGE ) é a de que nenhum Banco ( estadual,privado,privatizado, estrangeiro principalmente) pode fazer contribuições para Caixa Dois de politicos.

Os Procuradores tem mesmo que investigar. Se os Bancos fazem este tipo de simulação para fazer doações o reflexo na contabilidade é uma fraude (serviços não efetivamente prestados/entregues) e Banco nenhum pode cometer fraude contábil, sob pena dos administradores serem punidos. Neste caso há no mínimo treis crimes: fraude contábil,doações irregulares e evasão fiscal uma vez que a despesa é considerada na redução do resultado tributável. Ou eu estou redondamente enganado?

Deve existir muitos casos semelhantes por este país afora. Oficialmente os Bancos já são os maiores doadores, imagina se somar o que sai de forma dissimulada.
Verba do Bemge foi para valerioduto, diz PF
Polícia Federal afirma que dinheiro teria ido para a campanha de reeleição de Eduardo Azeredo; senador mineiro nega
Ministério Público do Estado abriu investigação para apurar o patrocínio esportivo de evento realizado por empresa de Marcos Valério
O relatório da Polícia Federal sobre o valerioduto de Minas, encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal), aponta que R$ 500 mil em recursos públicos saíram do Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais), em 1º de setembro de 1998, para a fracassada campanha à reeleição do então governador Eduardo Azeredo (PSDB), hoje senador.
Foram cinco cheques de R$ 100 mil do grupo Bemge, supostamente para patrocínio de evento esportivo organizado pela agência SMPB, emitidos 14 dias antes de o banco ser adquirido em leilão de privatização pelo Itaú. Os cheques foram depositados na conta da SMPB -do empresário Marcos Valério de Souza, denunciado por operar o mensalão do PT- no Banco Rural.
É a primeira vez que esse fato vem à tona com os comprovantes dos supostos pagamentos levantados pelo Instituto Nacional de Criminalística da PF.O Ministério Público de Minas abriu procedimento investigatório para apurar a questão do patrocínio esportivo. Em 2003 a denúncia foi apresentada ao STF sem citar o Bemge. A primeira vez que o nome do banco veio à tona foi em 2005, na lista do então tesoureiro da campanha de Azeredo, Cláudio Mourão -na qual aparecia escrito valor maior, R$ 1 milhão.
Até então, as investigações se davam em torno de duas empresas estatais: Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) e Comig (que virou Codemig, empresa de desenvolvimento econômico).Além das duas, em 2005 a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) passou a ser também investigada por suposta colocação de recursos públicos na campanha de Azeredo na forma de gastos com campanhas publicitárias da estatal.
Segundo o relatório da PF, teriam entrado da Cemig R$ 1,67 milhão; da Copasa e Comig, R$ 1,5 milhão de cada uma.
No caso do Bemge, o dinheiro teria entrado na forma de patrocínio ao evento “Iron Biker -O Desafio das Montanhas”. A investigação mostrou que cada cheque de R$ 100 mil foi emitido por uma empresa do grupo Bemge: Financeira, Administração Geral, Seguradora, Cartão de Crédito e DTVM.Apesar de no verso de 3 dos 5 cheques constar a inscrição “Iron Biker”, a PF diz que “nos coletes dos competidores e nas placas de identificação das bicicletas, principais materiais de divulgação dos patrocinadores, não consta a logomarca do grupo Bemge”. Menção ao Bemge aparece apenas em um folder distribuído no evento.Considerando que empresas privadas que patrocinaram o evento com valores de cerca de R$ 3 mil tiveram espaço mais valorizado nos materiais de divulgação, a PF disse que a operação foi “uma simulação para promover o desvio de recursos em benefício da campanha de Eduardo Azeredo”.
O Aécio está na lista também.É bom que os eleitores não esqueçam disso nas próximas eleições Presidenciais.A Globo já o escolheu como candidato.