A taxa média de juros bancários para pessoa física teve alta de 3,8 pontos percentuais em novembro, a 58,7%, atingindo o maior patamar desde março de 2006. Os bancos elevaram em 4 pontos percentuais a taxa média de juros incidente no cheque especial, que passou de 170,8% anuais em outubro para 174,8% ao ano em novembro. Em 12 meses, o avanço correspondeu a 36,1 pontos percentuais. Nos 11 primeiros meses de 2008, houve acréscimo de 36,7 ponto. Os juros do cheque especial, uma das modalidades mais utilizadas por pessoa física ficou no maior nível desde junho de 2003, quando a taxa acumulada no ano foi de 176,98%. Leia mais em Juro bancário cobrado do consumidor é o mais alto desde março de 2006
O THIERRY SUICIDOU Thierry de la Villehuchet, 65 anos, proprietário do fundo de investimento “Acess International”, se suicidou esta manhã em Nova Iorque. Em nome de seus clientes, especialmente europeus, ele fez pesados investimentos no fundo de Bernard Madoff, de 70 anos, célebre em Wall Street e ex-presidente do conselho de administração da Bolsa eletrônica Nasdaq. Madoff é acusado de montar uma “pirâmide financeira” de 50 bilhões de dólares. Seu fundo foi liquidado pelo governo, ele acabou preso e depois libertado sob fiança.
OPINIÃO DO BLOG: Todos os Bancos que atuam em private banking internacional no Brasil usam os serviços de doleiros daqui e muitos do Uruguai (que as vezes são os mesmos). O Credit Suisse pensa que a gente é bobo e continua negando isso. Eu acho que tem que ser feita um CPI com a convocação de todos os Bancos para apurar tudo. Tem vários outros Bancos que agem da mesma forma. No meu caso aconteceu exatamente isso. O Delta Bank, não querendo envolver o Banco Real antigo neste tipo de operações em caso de problemas, determinou a simulação da rescisão do meu contrato de trabalho.Eu passei a ser oficialmente apenas um Gerente de Private do Delta Bank. O Banco Real, sob a nova administração do ABN Amro, usou e usa esta simulação para se defender na justiça trabalhista alegando que os meus direitos de reclamar FGTS e INSS além de outros prescreveram em função do desligamento (simulado).Continuam portanto me prejudicando. Eu acho que numa CPI eu teria condições de explicar direitinho e com mais detalhes como tudo funciona e por isso mesmo desejo ser convocado para depor ou ser acareado. Não é possível que eu tenha que continuar privado dos meus direitos porque o Delta Bank e o Banco Real precisam proteger seus interesses. Às favas o interesse deles…o que eu exijo são os meus direitos integrais e legais. Union des Banques Suisses, Credit Suisse, Delta Bank de NY, Capital Bank, ABN Amro, Santander, Itaú Europa, Banco do Brasil, American Express e tantos outros, se fazem private banking no Brasil, utilizam mesmo sem saber “sabendo”, os favores de doleiros. Ou alguém acha que um dinheiro a ser lavado e enxaguado, uma evazãozinha, uma doaçãozinha de campanha, uma comissãozinha, uma propininha um caixa doiszinho transita pelos canais oficiais? Só em Pernambuco e Paraíba é que de vez em quando confia-se demasiado no amadorismo de certos funcionários graúdos e pistas fáceis de serem reconstituídas ficam evidentes. Eu ando acompanhando estas reportagens do Estadão e o que percebo é que o Credit Suisse adora tirar o corpo fora. As investigações precisam ser concluídas e uma CPI instalada logo em seguida. Segundo depoimentos de ex-funcionários e de um doleiro, as remessas aconteciam dentro do banco Jamil Chade Tamanho do texto? A A A A

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008 às 17:40
Paulo Henrique Amorim

Por que a CVM não investiga fundos nacionais do Dantas?
22/dezembro/2008 10:33
Paulo Henrique Amorim
DO BANQUEIRO ‘‘Os juros reais chegam a 300% ao ano, não tenho por que reclamar’’ (ISSO É UM ASSALTO)
DO POLÍTICO
‘‘Vote em mim. Depois da minha posse, tudo vai mudar’’ (ISSO É UM ASSALTO)
DO COMERCIANTE
‘‘Você pode pagar em 36 meses com zero de entrada e sem juros’’ (ISSO É UM ASSALTO)
DOS PLANOS DE SAÚDE
‘‘Garantimos tudo, você pode adoecer tranqüilamente que terá um leito garantido’’
(ISSO É UM ASSALTO)
vi o mundo:LUIS CARLOS AZENHA
CRISE: E “ELES” APROVEITAM PARA TENTAR ASSALTAR VOCÊ
Atualizado em 22 de dezembro de 2008 às 09:00 | Publicado em 22 de dezembro de 2008 às 08:58
DO BRASIL DE FATO:
Eles sempre sabem o que querem. E o que eles querem, não é mole!
No dia 13 de dezembro de 1968, o Governo do general-presidente Arthur da Costa e Silva – hoje cognominado “O Pusilânime” –, depois de uma reunião onde foi ouvido o Conselho de Segurança Nacional, baixou sobre a nação o Ato Institucional Número Cinco, o famigerado AI-5. O regime endurecia. Ampliava-se o Estado Exceção. Intervinha-se assim na ordem jurídico-política de modo a criar um Estado ultra-centralizado. Um regime capaz de, através do Terror de Estado, ser um instrumento adequado para impor as políticas econômicas, sociais, trabalhistas, etc., daqueles que em 31 de março de 1964 haviam rasgado a Constituição e deposto o presidente João Goulart.
As conseqüências do AI-5 são hoje conhecidas por nossos leitores: anulação dos mínimos direitos democráticos, para impor um projeto de desenvolvimento baseado na concentração de riquezas – o que implicou a perda de direitos políticos e trabalhistas dos trabalhadores e do povo, e a implantação do arrocho salarial, uma das peças-chave do projeto econômico. Juntamente com isto, a soberania nacional era igualmente banida, destruindo-se todos os esforços de uma política internacional independente, substituída pela subordinação mais rasteira aos desígnios da Casa Branca.
Menos conhecidas são as manifestações dos integrantes do Conselho de Segurança, reunido para a discussão do novo texto legal. O coronel Jarbas Passarinho, então ministro do Trabalho, além de um dos intelectuais e ideólogos do regime (e por isto mesmo), integrava o egrégio fórum de sumidades e, frente às vacilações do presidente, decidiu ser contundente:
“Às favas, senhor presidente, com os escrúpulos de consciência”.
“É hora de medidas de exceção”
“(…) estamos vivendo uma situação de exceção. Para lidar com ela, precisamos tomar medidas de exceção”.
A afirmação acima parece fazer parte do discurso do coronel Passarinho. Vejamos como se encaixam:
“Às favas, senhor presidente, com os escrúpulos de consciência; estamos vivendo uma situação de exceção. Para lidar com ela, precisamos tomar medidas de exceção”.
No entanto, apesar das propostas conservarem o mesmo espírito, quarenta anos as separam. As “medidas de exceção” são pedidas pelo senhor Roger Agnelli, presidente da Vale, em entrevista ao jornalista David Friedlander, publicada no dia 14 de dezembro passado no jornal O Estado de S. Paulo. A Vale é a antiga Companhia Vale do Rio Doce, estatal privatizada pelo Governo do presidente tucano doutor Fernando Henrique Cardoso.
De acordo com o senhor Agnelli, frente à crise, “O Governo e os sindicatos precisam se convencer da necessidade de flexibilizar um pouco as leis trabalhistas: suspensão de contrato de trabalho, redução da jornada com redução de salário (…)”.
Mas essa não é uma opinião isolada. Na quinta-feira 11 de dezembro, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), senhor Armando Monteiro Neto, acompanhado de outros empresários, reuniu-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem apresentou as mesmas propostas. De acordo com “um dos interlocutores do Governo” – segundo o jornal – embora o presidente nada tenha respondido aos empresários, “técnicos dos ministérios da Fazenda, da Previdência e do Trabalho já estudam a questão, que pode significar renúncia fiscal e desoneração”. A CSN também convocou sindicatos “para propor a redução do atual porcentual de férias dos atuais 70% para 33% do salário-base, o aumento do turno de 6 para 8 horas e licença remunerada com redução de base salarial”.
“Seis meses sem democracia”
Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, em Lisboa, durante um almoço organizado pela Câmara de Comércio Luso-Americano, a presidenta do Partido Social Democrata (PSD – oposição), senhora Manuela Ferreira Leite, criticando a política do Governo, afirmou: “Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se. E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia. Mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia”.
Atacado pelos adversários políticos, o PSD se defendeu, afirmando que sua presidenta “se limitou a fazer uma crítica irônica à atuação do Governo”.
Uma disputa política e também ideológica
Não existem coincidências. Nas crises, as primeiras mudanças são as mudanças políticas, as mudanças na conformação do Estado, nas regras do jogo. Sem essas, impossível implantar medidas econômicas drásticas – como exigem as crises. O capital sabe disto, e nisto tem uma longa experiência em seus cerca de 220 anos enquanto sistema hegemônico. Por isto, seu discurso afinado, suas propostas de mesma índole que, com toda a dominação ideológica a que submete as demais classes (e estas introjetam), fazem com que, no limite, os dominados não desenvolvam outra lógica, que não aquela que nos diz “dos males, o menor”: melhor ganhar menos, que estar desempregado. Lógica tanto mais forte, quanto menor o grau de organização e mobilização dos trabalhadores e do povo.
Embota-se nesse momento a possibilidade de se pensar outros tipos de saída, mesmo que nos limites das reformas do próprio sistema.
Mas, acreditamos que vale sempre pensar na contra-corrente do establishment. Portanto, por que não imaginarmos, por exemplo, que os bilhões injetados enquanto empréstimos nas grandes financeiras e bancos, não devam ser feitos como compras de ações pelo Estado?
Por que não pensar que as reduções salarias podem ser feitas, desde que entendidas e regulamentadas como compra de ações das empresas pelos trabalhadores?
Enfim, perguntar não ofende
Porque o Prefeito J.Paulo fala de casos do Bandepe? João da Costa comentou sobre as inserções em que o prefeito João Paulo (PT) aparece relembrando os casos do Bandepe, do Banco do Nordeste e de Maria do Socorro. Veja nota enviada pelo democrata Mendonça Filho: 1 – A defesa que o prefeito João Paulo faz dos envolvidos na fraude milionária da Educação é escandalosa. Dois milhões de reais são desviados da educação, com a comprovação pelo Ministério Público de que diversas obras foram pagas sem as escolas serem reformadas, e o prefeito não adota uma providência para punir os culpados, sequer ensaia uma explicação ao povo recifense; 2 – Sempre fiz política sem ir para o lado pessoal. Não adianta o prefeito querer desviar o foco dos problemas fazendo ataques a minha família. Isso não me intimida. Até porque, tenho 23 anos de vida pública e passei por duas eleições majoritárias sem que os adversários encontrassem qualquer coisa contra a minha pessoa; 3 – Se é para discutir questões pessoais, acredito que algumas pessoas não resistiriam a uma análise mais detalhada de suas vidas e de coisas básicas como a declaração do Imposto de Renda. Problema que não tenho. Até porque, moro na mesma casa há 20 anos e tenho como comprovar a origem do meu patrimônio, construído em Pernambuco. Não tenho patrimônio fora do Estado, nem no exterior; 3 – O empréstimo contraído pela empresa antes de o empresário e deputado José Mendonça assumir o seu controle, é público e está sendo contestado na Justiça, porque os juros aplicados elevavam a dívida em 80 vezes sobre o seu valor de origem. 4 – A contestação judicial de uma dívida é direito de qualquer cidadão no Estado Democrático. O prefeito, inclusive, contesta na Justiça Federal uma dívida de cerca de meio milhão, sem que seja feito questionamentos ao fato dele exercer seu direito de cidadão; 5 - O prefeito João Paulo e o PT sabem que o acordo entre o BNB e o deputado José Mendonça Bezerra ainda não foi assinado, há alguns anos, por perseguição política. O acordo, inclusive, chegou à mesa da diretoria do BNB para ser assinado e, de última hora, foi suspenso atendendo a pressões políticas do PT, que aparelhou os órgãos públicos. 6 – A estratégia de João Paulo de repetir que é guerrilheiro, como forma de calar oposição, não me intimida. Até porque não estamos na Venezuela, nem em Cuba. O Estado Democrático de Direito garante o exercício da oposição e eu vou exercê-lo plenamente. 7 – Por fim, é lamentável que o prefeito continue desrespeitando a Democracia atacando o Ministério Público, a Imprensa, a oposição ou qualquer instituição de fiscalização que aponte erros na sua gestão.






