Lula : Não há razões que justifiquem esta forte subida.Tabele os juros antes que os Bancos acabem com a economia brasileira.

A taxa média de juros bancários para pessoa física teve alta de 3,8 pontos percentuais em novembro, a 58,7%, atingindo o maior patamar desde março de 2006. Os bancos elevaram em 4 pontos percentuais a taxa média de juros incidente no cheque especial, que passou de 170,8% anuais em outubro para 174,8% ao ano em novembro. Em 12 meses, o avanço correspondeu a 36,1 pontos percentuais. Nos 11 primeiros meses de 2008, houve acréscimo de 36,7 ponto. Os juros do cheque especial, uma das modalidades mais utilizadas por pessoa física ficou no maior nível desde junho de 2003, quando a taxa acumulada no ano foi de 176,98%. Leia mais em Juro bancário cobrado do consumidor é o mais alto desde março de 2006

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Duvido que alguém vai se suicidar aqui no Brasil por ter levado clientes para o "meu mico mico meu" do Madoff.

O THIERRY SUICIDOU

Thierry de la Villehuchet, 65 anos, proprietário do fundo de investimento “Acess International”, se suicidou esta manhã em Nova Iorque. Em nome de seus clientes, especialmente europeus, ele fez pesados investimentos no fundo de Bernard Madoff, de 70 anos, célebre em Wall Street e ex-presidente do conselho de administração da Bolsa eletrônica Nasdaq.

Madoff é acusado de montar uma “pirâmide financeira” de 50 bilhões de dólares. Seu fundo foi liquidado pelo governo, ele acabou preso e depois libertado sob fiança.

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Bancos usam doleiros.Claro. É preciso uma CPI.


OPINIÃO DO BLOG:

Todos os Bancos que atuam em private banking internacional no Brasil usam os serviços de doleiros daqui e muitos do Uruguai (que as vezes são os mesmos).

O Credit Suisse pensa que a gente é bobo e continua negando isso. Eu acho que tem que ser feita um CPI com a convocação de todos os Bancos para apurar tudo.

Tem vários outros Bancos que agem da mesma forma.

No meu caso aconteceu exatamente isso. O Delta Bank, não querendo envolver o Banco Real antigo neste tipo de operações em caso de problemas, determinou a simulação da rescisão do meu contrato de trabalho.Eu passei a ser oficialmente apenas um Gerente de Private do Delta Bank.

O Banco Real, sob a nova administração do ABN Amro, usou e usa esta simulação para se defender na justiça trabalhista alegando que os meus direitos de reclamar FGTS e INSS além de outros prescreveram em função do desligamento (simulado).Continuam portanto me prejudicando.

Eu acho que numa CPI eu teria condições de explicar direitinho e com mais detalhes como tudo funciona e por isso mesmo desejo ser convocado para depor ou ser acareado.

Não é possível que eu tenha que continuar privado dos meus direitos porque o Delta Bank e o Banco Real precisam proteger seus interesses. Às favas o interesse deles…o que eu exijo são os meus direitos integrais e legais.

Union des Banques Suisses, Credit Suisse, Delta Bank de NY, Capital Bank, ABN Amro, Santander, Itaú Europa, Banco do Brasil, American Express e tantos outros, se fazem private banking no Brasil, utilizam mesmo sem saber “sabendo”, os favores de doleiros.

Ou alguém acha que um dinheiro a ser lavado e enxaguado, uma evazãozinha, uma doaçãozinha de campanha, uma comissãozinha, uma propininha um caixa doiszinho transita pelos canais oficiais?

Só em Pernambuco e Paraíba é que de vez em quando confia-se demasiado no amadorismo de certos funcionários graúdos e pistas fáceis de serem reconstituídas ficam evidentes.

Eu ando acompanhando estas reportagens do Estadão e o que percebo é que o Credit Suisse adora tirar o corpo fora. As investigações precisam ser concluídas e uma CPI instalada logo em seguida.

DEU NO ESTADÃO:

Doleiros ficavam no Credit Suisse, dizem testemunhas

Segundo depoimentos de ex-funcionários e de um doleiro, as remessas aconteciam dentro do banco

Jamil Chade

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Documentos, depoimentos e agendas pessoais de banqueiros suíços apreendidos pela Polícia Federal (PF) apontam para suspeitas de violações cometidas pelo escritório do Banco Credit Suisse (CS) em suas operações no Brasil. Em depoimentos à Justiça Federal, testemunhas e réus na investigação conduzida no Brasil confirmaram que as operações de entrega e retirada de valores eram feitas por doleiros dentro do escritório de representação do próprio Credit Suisse no Brasil. Procurado pelo Estado, o banco negou que trabalhe com doleiros.

Desde 2007, o Ministério Público Federal (MPF) apreendeu milhares de páginas com documentos de bancos suíços. Só agora, com depoimentos e análise de cada dado, é que a investigação começa a avançar.

O conteúdo dos depoimentos foi passado à reportagem do Estado por fontes em Genebra próximas ao processo e confirmam que operações eram feitas no escritório de representação. O responsável pelo escritório era o português Carlos Martins. Sua casa foi alvo de uma ação da Polícia Federal e centenas de documentos foram apreendidos.

Entre agosto e setembro, a Polícia Federal ouviu uma série de testemunhas, entre elas duas ex-funcionárias do Credit Suisse e um doleiro que foi identificado na Operação Kaspar I. As suspeitas preliminares são de que, com a ajuda dos doleiros, o banco conseguiu fazer transações de evasão fiscal e, dentro do escritório de representações, eles movimentavam e abriam contas no exterior, sem declarar, à margem da fiscalização. As investigações da 6ª Vara Federal, conduzidas pelo juiz Fausto Martin De Sanctis, agora aponta para os bancos.

Algumas das declarações mais contundentes foram dadas pelos ex-funcionários do banco em São Paulo, em depoimentos no dia 23 de setembro. D.S.N. e M.M.S. descreveram como os doleiros agiam dentro do banco. A pedido da Justiça suíça, que acompanha as investigações no Brasil e está preocupada com a segurança dos autores dos depoimentos, a reportagem do Estado optou por não publicar os nomes completos das testemunhas.

O ESQUEMA


Tanto os dois ex-funcionários, que viam a movimentação no escritório de representação do banco na avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, como o doleiro, confirmaram na Sexta Vara Criminal que as operações com doleiros para envio de dinheiro ao exterior ocorriam dentro do próprio escritório de representação do Credit Suisse. O anúncio das operações e a prisão dos banqueiros fez com que, na época, o Credit Suisse alertasse que não tinha nenhuma relação com os doleiros.

O Estado apurou ainda que doleiros conheciam bem os funcionários do Credit Suisse, que, de fato, operavam de dentro dos escritórios de representação e que os pedidos de transações vinham da gerência do banco.

O banco, porém, voltou a negar que trabalhe com doleiros. “O banco adota os mais altos padrões éticos e segue as diretrizes rigorosamente, em conformidade com todas as leis e regulamentos aplicáveis, que proíbem especificamente qualquer contato com doleiros”, afirmou o Credit Suisse, por meio da assessoria.

Em novembro de 2007, os bancos suíços foram acusados pela PF de usar doleiros para fazer remessas ilegais para seus clientes. Três executivos desses bancos e cinco doleiros foram presos. Onze empresários foram acusados de usar o suposto esquema para enviar recursos para a Suíça. O Credit insistiu que nunca havia recorrido a doleiros e que banqueiros presos haviam agido de forma independente.

Mas, para os investigadores, os doleiros eram apenas um instrumento que o Credit usava para fazer transferências. Mas as ordens vinham do próprio banco e a alta cúpula da gerencia na Suíça estaria ciente disso.

Em 2006, a PF ainda prendeu o suíço Peter Schaffner no Aeroporto de Cumbica, quando tentava sair do País. Schaffner é tido com um dos supervisores dos negócios do CS no País. Quando foi preso, o banco retirou imediatamente, em Zurique, suas informações de seu site pessoal.

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Lula – o mundo reconhece seu valor.

Presidente Lula no evento em Campinas

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008 às 17:40

A revista “Newsweek” acaba de divulgar a lista dos 50 líderes mais poderosos do mundo.
Lula – aquele que alguns “jornalistas” gostam de chamar de “apedeuta”, ignorante, e que parte da classe média (especialmente no Sul e Sudeste) rejeitou em 2002 e 2006, porque “não sabia falar inglês, que vergonha para nosso país!” – é o décimo-oitavo.

Lula -sem falar inglês nem francês (FHC, quando era presidente, chegou a discursar em francês durante visita a Paris – que caipirice, professor!) - é o único político latino-americano na lista. O outro nome da região é o do empresário mexicano Carlos Slim.

Essa posição de Lula me faz pensar num paralelo com a literatura. A melhor forma de ser um escritor universal, dizem, é ser profundamente local, ligado à sua terra, sua cidade, seu chão.

Lula só tem importância no mundo porque é brasileiro, profundamente brasileiro, irremediavelmente brasileiro.

Determinados setores de nossas elites (que gostam de tirar dupla-cidadania, para posar de italianos ou espanhóis na viagem para Paris e Miami) não suportam que Lula seja tão brasileiro.
A “Newsweek” (revista da qual eu nem gosto) não está nem aí. Gosta do Lula brazuca.

Lula aparece na lista na “Newsweek” à frente do Dalai Lama e do papa Bento XVI (que é apenas o trigésimo-sétimo). Ratzinger fala 6 ou 7 idiomas! Mas talvez já não haja tanta gente prestando atenção ao que ele diz, seja em que língua for.

A lista – claro – é “americanóide” (com o perdão do termo “demodé”, viu Eliane C!).
Ali aparecem personalidades só conhecidas nos Estados Unidos: como a apresentadora de TV Ophra Winprey, que poderia andar no Largo Treze, em São Paulo, ou na Baixa do Sapateiro, em Salvador, sem que ninguém soubesse quem é ela!

Já Lula é ouvido em todas as partes do mundo. Em maio deste ano, acompanhei a viagem do presidente brasileiro a Praga. Ele quis conhecer a famosa ponte Karlov – principal ponto turístico da linda capital tcheca. E lá foram os pobres jornalistas atrás. Foi inacreditável: o que tinha de turista japonês parando pra tirar foto de Lula! Ele era a atração. Ouvi quando um jovem – que vestia a camisa da seleção da Inglaterra e falava com o típico sotaque inglês – deu uma bronca na namorada, que queria saber “who´s that man?”.

“Lula da Silva, the brazilian…”

Lula, o brasileiro. É assim que nosso presidente é conhecido no mundo.
Aqui, há quem prefira chamá-lo de “apedeuta”.

Lula e o governo dele têm – claro – muitos defeitos. Faça-se a crítica pela imprensa. E que a oposição desça o sarrafo, como é seu papel. Mas, a essa altura do campeonato, continuar chamando o presidente de “apedeuta”, e dizendo que ele só dá “bolsa-esmola” e sustenta “vagabundo nordestino” é algo inacreditável. Ouvir isso na rua – ou nas festas da classe média paulistana – já é chocante. Mas, pior, é ver isso escrito em sites mantidos por revistas com grande vendagem no Brasil. Revistas muito vendidas, talvez a explicação seja essa, justamente.

Lula não é importante porque a “Newsweek” disse que ele é poderoso.
Ele é importante – na minha humilde opinião – porque:
1) criou mercado interno no Brasil;
2) adotou políticas sociais claramente social-democratas (só nessas terras de Casa Garnde & Senzala que “bolsa-família” pode ser visto como “esmola”; tenha dó!);
3) relacionou-se de forma civilizada com os movimentos sociais;
4) diversificou as exportações brasileiras, abrindo o país para outras partes do mundo;
5) adotou uma política externa independente, e ajudou a redesenhar o mapa do poder nas Américas, enterrando a doutrina Monroe no encontro da última semana na Bahia.

Chamo a atenção para outro detalhe: Nicolas Sarkozy parece mesmo ter relançado a França à condição de potência diplomática. Midiático, hiper-ativo, Sarkozy é um francês que sabe se comunicar com o mundo. Deixando pra trás, na lista da “Newsweek”, líderes de países mais importantes economicamente (como Alemanha e Japão) ou militarmente (como a Rússia).

Osama Bin Laden, por outro lado, já teve dias mais gloriosos.

Aparece lá no finzinho da lista.
A essa altura, imagino, os desastrados que dirigem bancos e empresas nos Estados Unidos devem assustar muito mais do que um terrorista escondido nas cavernas do Paquistão.

VEJA A LISTA DOS 50 MAIS PODEROSOS DA NEWSWEEK

1: Barack Obama
2: Hu Jintao
3: Nicolas Sarkozy
4: Ben Bernanke
5: Jean-Claude Trichet
6: Masaaki Shirakawa
7: Gordon Brown
8: Angela Merkel
9: Vladimir Putin
10: Abdullah bin Abdulaziz Al-Saud
11: Ayatollah Ali Khamenei
12: Kim Jong Il
13-14: Os Clintons
15: Timothy Geithner
16: Gen. David Petraeus
17: Sonia Gandhi
18: Luiz Inácio Lula da Silva
19: Warren Buffett
20: Gen. Ashfaq Parvez Kayani
21: Nuri al-Maliki
22: Bill Gates
23: Melinda Gates
24: Nancy Pelosi
25: Khalifa bin Zayed Al Nahyan
26: Mike Duke
27: Rahm Emanuel
28: Eric Schmidt
29: Jamie Dimon
30-31: Amigos de Obama (David Axelrod e Valerie Jarrett)
32: Dominique Strauss-Kahn
33: Rex Tillerson
34: Steve Jobs
35: John Lasseter
36: Michael Bloomberg
37: Papa Bento XVI
38: Katsuaki Watanabe
39: Rupert Murdoch
40: Jeff Bezos
41: Shahrukh Khan
42: Osama bin Laden
43: Hassan Nasrallah
44: Dr. Margaret Chan
45: Carlos Slim Helú
46: The Dalai Lama
47: Oprah Winfrey
48: Amr Khaled
49: E. A. Adeboye
50: Jim Rogers

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Tempos em que até eu vendia "meu mico mico meu" estilo Madoff.

Banco Real agradece meus serviços prestados ao Delta Bank
Por determinação e cumprindo exigências do Delta Bank e do Banco Real eu vinha sempre ao Brasil (munido de uma carta uruguaia) para vender estes fundos de alto risco aos clientes.Um sucesso sobretudo porque a gente contava com o apoio integral da rede de Agências espalhadas pelo país inteiro.
Mas eu gostava mesmo era de vender fundo de renda fixa e CDB. Tinha a sensação, ao vender estes micos, que eu estava sendo desonesto com os clientes e aí falava mais alto o meu espírito bancário conservador lá das Minas Gerais. 
O Madoff, que deu um prejuizo estimado por ele mesmo em 50 bilhões de dólares, devia ter clientes brasileiros importantes trazidos por Bancos Brasileiros e estrangeiros ” made in Brazil”.
Quantos outros Madoffs existem por ai e que também venderam fundos sem fundos a brasileiros.
E a CVM? E o Banco Central que tem mêdo de fiscalizar os Bancos que atuam de forma ilegal no Brasil? E os doleiros? Todo mundo sabe que private banking no Brasil,para brsileiros, não existe sem doleiros. Há menos que…
Cliente brasileiro com muita grana pensa salvar seu patrimônio aplicando em fundos nos Estados Unidos. 
Quando o fundo não tem fundos não podem fazer nada pois o dinheiro saiu com a ajuda preciosa de doleiros indicados pelos bancos que atuam em private banking interncional aqui nesta terra prometida.
Ai o Madoff simplesmente mandou um ” Vai sifu” para um monte de gente e hoje goza de uma bela prisão domiciliar de 2.000 m2 em plena quinta avenida.
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PHA – O Banco Central sabe. O risco é ter gente do BCB,Senado,etc. na lista.

Paulo Henrique Amorim

. Por que o Banco Central ainda não interveio no Banco Opportunity?
. Onde foi parar o dinheiro da redução do compulsório dos bancos?
. Por que o Banco Central e o Ministro da Fazenda não informam à Nação onde foi gasto o dinheiro que eles distribuíram sob a forma de redução de impostos e financiamentos – a bancos e indústrias?
. Por que a Comissão de Economia do Senado – serve para quê? – não faz essas perguntas ao presidente do BankBoston, Henrique Meirelles?
. Por que NINGUÉM, NINGUÉM do Governo Lula – ou de sua ba$e de apoio no Congresso – explica por que resolveu botar grana do BNDES na BrOi e pagar o cala-a-boca de US$ 1 bilhão a Daniel Dantas, além de entregar a nova Telebrás a dois empresários – Carlos Jereissati e Sergio Andrade – que não botaram um tostão no negócio?
. O Banco Central sabe de alguém que tenha aplicado com o Bernard Madoff?
. O Conversa Afiada tem as suas desconfianças. O Banco Central deve ter certezas. Quem são eles? Como impedir esse tipo de aplicação por brasileiros? Como punir?
. O Ministério da Fazenda, o Coaf e a Receita Federal entraram em contato com as autoridades alemãs e americanas para saber quem e se a Siemens subornou autoridades brasileiras?
. A Siemens vende muito equipamento de telefonia – será que a CVM poderia descobrir se a Siemens subornou alguma empresa brasileira de telefonia que opere em Bolsa?
Uma dica – clique aqui para ler. 
. O método preferencial da Siemens para subornar autoridades era contratar “consultorias” de “especialistas” dos países em que queria vender. Os “consultores” é que entregam a grana às autoridades corruptas (e ficam com a parte deles.) Segundo a reportagem do New York Times, a Siemens tem 2.700 contratos de consultoria pelo mundo afora. Será que não tem nenhum no Brasil? Esse, aliás, é um método corriqueiro entre multinacionais. As investigações na Suíça e na França (na Suíça e na França) mostram que “consultores” brasileiros ajudaram a Alsthom francesa a vender aos tucanos de São Paulo.
Em tempo: segundo o New York Times, a Siemens subornou o presidente Carlos Menem – aquela da privatização na Argentina – em pessoa para vender equipamentos de identificação em carteiras de motorista e de identidade.

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PHA. Liga pro Delta Bank pois eu acho que eles devem ter muitos clientes que compraram o mico mico meu do Madoff.O Senador não seria cliente deles?


Por que a CVM não investiga fundos nacionais do Dantas?

22/dezembro/2008 10:33

Heráclito e Meirelles: será que houve essa conversa? Será possível?

Heráclito e Meirelles: será que houve essa conversa? Será possível?

Paulo Henrique Amorim

. A “big lie” dos US$ 50 bilhões de Bernard Madoff deveria inspirar as autoridades brasileiras.
. Ricardo Boechat noticiou na IstoÉ que um senador da República tentou sacar dinheiro num fundo no dia 1º. de dezembro e o fundo disse que não tinha grana para honrar o saque.
. Foi assim que a “big lie” de Madoff começou: o volume dos saques era maior do que o volume de depósitos e o esquema “Ponzi” funciona assim – pagar os investidores antigos com a grana dos investidores novos.
. Boechat diz que o senador é muito amigo do banqueiro.
. Hipótese 1: o senador é o Heráclito Fortes, líder da Bancada Dantas no Congresso.
. Hipótese 2: o fundo é um fundo nacional de Daniel Dantas (Fortes seria esperto demais e só investir em fundos nacionais de Dantas, para evitar os do exterior…).
. Hipótese 3: o fundo nacional seria um fundo de Dantas de nome Lógica 2, gerido por Dório Ferman, que foi preso com Dantas.
. O Lógica 2 é um fundo alavancado, ou seja, assume muitos riscos.
. Fundos alavancados são os que mais sofreram na crise.
. Importantes bancos brasileiros – dos GRANDES – distribuíram cotas do Lógica 2 – tal qual grandes fundos americanos e europeus distribuíram cotas dos fundos de Madoff.
. Se um fundo não tem grana para honrar um saque, o que deveria fazer?
. Avisar à CVM.
. O que deveria fazer a CVM?
. Investigar e avisar ao Banco Central e à Polícia Federal.
. (Não esquecer que os filhos de Madoff chamaram o FBI para prender o pai em casa …, o FBI …)
. Será que a CVM estaria remotamente interessada em saber o que se passa nos fundos nacionais de Dantas – se essas HIPÓTESES forem verdadeiras?
. Não é assim que deveria agir um servidor público?
. A CVM ouviu falar em Bernard Madoff ?
. E o presidente do BankBoston, Henrique Meirelles, quando conseguirá se deslocar para um lado ou para o outro da sua mediocridade, e fazer alguma coisa para proteger os investidores brasileiros?
. O que falta para ele intervir no Banco Opportunity?
. O Boechat conta que o senador se sensibilizou com as dificuldades do amigo banqueiro e se prontificou a procurar Meirelles para pedir orientação.
. Que tipo de orientação Meirelles pode dar ?
. “Saca tudo e sai correndo, caro amigo” – seria a melhor “orientação”?
. Será que Meirelles não tem nenhum senso de responsabilidade com a coisa pública?
. Será que esse conversa se travou?
. Foi no gabinete do Presidente do Banco Central do Brasil, ou um num restaurante japonês em Brasília?
. E o Governo do Presidente Lula?
. Está com medo ?
. Já imaginou – estourar um Madoff no colo do Governo dele?
. Vai fazer mais barulho do que um RioCentro …

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Falando em Assaltantes

Nos dias de hoje, você pode ser surpreendido a qualquer momento, em qualquer lugar, por alguém que quer tirar o pouco de grana que você carrega no bolso. Os tipos de assalto são inúmeros, desde o mais sacana, que é aquele imbecil com um revólver na sua cara, até os mais sofisticados. Por isso, meus 29 leitores, todo cuidado é pouco. Vejam alguns tipos de abordagens contra a sua pessoa, enquanto indivíduo: 

DO BANQUEIRO 
‘‘Os juros reais chegam a 300% ao ano, não tenho por que reclamar’’ (ISSO É UM ASSALTO) 

DO POLÍTICO 
‘‘Vote em mim. Depois da minha posse, tudo vai mudar’’ (ISSO É UM ASSALTO) 

   
DO COMERCIANTE 
‘‘Você pode pagar em 36 meses com zero de entrada e sem juros’’ (ISSO É UM ASSALTO) 

DOS PLANOS DE SAÚDE 
‘‘Garantimos tudo, você pode adoecer tranqüilamente que terá um leito garantido’’ 
(ISSO É UM ASSALTO) 

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Assalto! Os empresários brasileiros vão assaltar você.Fique atento..


vi o mundo:LUIS CARLOS AZENHA

CRISE: E “ELES” APROVEITAM PARA TENTAR ASSALTAR VOCÊ

Atualizado em 22 de dezembro de 2008 às 09:00 | Publicado em 22 de dezembro de 2008 às 08:58

 

DO BRASIL DE FATO:

 

Eles sempre sabem o que querem. E o que eles querem, não é mole!

 

No dia 13 de dezembro de 1968, o Governo do general-presidente Arthur da Costa e Silva – hoje cognominado “O Pusilânime” –, depois de uma reunião onde foi ouvido o Conselho de Segurança Nacional, baixou sobre a nação o Ato Institucional Número Cinco, o famigerado AI-5. O regime endurecia. Ampliava-se o Estado Exceção. Intervinha-se assim na ordem jurídico-política de modo a criar um Estado ultra-centralizado. Um regime capaz de, através do Terror de Estado, ser um instrumento adequado para impor as políticas econômicas, sociais, trabalhistas, etc., daqueles que em 31 de março de 1964 haviam rasgado a Constituição e deposto o presidente João Goulart.

 

As conseqüências do AI-5 são hoje conhecidas por nossos leitores: anulação dos mínimos direitos democráticos, para impor um projeto de desenvolvimento baseado na concentração de riquezas – o que implicou a perda de direitos políticos e trabalhistas dos trabalhadores e do povo, e a implantação do arrocho salarial, uma das peças-chave do projeto econômico. Juntamente com isto, a soberania nacional era igualmente banida, destruindo-se todos os esforços de uma política internacional independente, substituída pela subordinação mais rasteira aos desígnios da Casa Branca.

 

Menos conhecidas são as manifestações dos integrantes do Conselho de Segurança, reunido para a discussão do novo texto legal. O coronel Jarbas Passarinho, então ministro do Trabalho, além de um dos intelectuais e ideólogos do regime (e por isto mesmo), integrava o egrégio fórum de sumidades e, frente às vacilações do presidente, decidiu ser contundente:

 

“Às favas, senhor presidente, com os escrúpulos de consciência”.

 

“É hora de medidas de exceção”

 

“(…) estamos vivendo uma situação de exceção. Para lidar com ela, precisamos tomar medidas de exceção”.

 

A afirmação acima parece fazer parte do discurso do coronel Passarinho. Vejamos como se encaixam:

 

“Às favas, senhor presidente, com os escrúpulos de consciência; estamos vivendo uma situação de exceção. Para lidar com ela, precisamos tomar medidas de exceção”.

 

No entanto, apesar das propostas conservarem o mesmo espírito, quarenta anos as separam. As “medidas de exceção” são pedidas pelo senhor Roger Agnelli, presidente da Vale, em entrevista ao jornalista David Friedlander, publicada no dia 14 de dezembro passado no jornal O Estado de S. Paulo. A Vale é a antiga Companhia Vale do Rio Doce, estatal privatizada pelo Governo do presidente tucano doutor Fernando Henrique Cardoso.

 

De acordo com o senhor Agnelli, frente à crise, “O Governo e os sindicatos precisam se convencer da necessidade de flexibilizar um pouco as leis trabalhistas: suspensão de contrato de trabalho, redução da jornada com redução de salário (…)”.

 

Mas essa não é uma opinião isolada. Na quinta-feira 11 de dezembro, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), senhor Armando Monteiro Neto, acompanhado de outros empresários, reuniu-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem apresentou as mesmas propostas. De acordo com “um dos interlocutores do Governo” – segundo o jornal – embora o presidente nada tenha respondido aos empresários, “técnicos dos ministérios da Fazenda, da Previdência e do Trabalho já estudam a questão, que pode significar renúncia fiscal e desoneração”. A CSN também convocou sindicatos “para propor a redução do atual porcentual de férias dos atuais 70% para 33% do salário-base, o aumento do turno de 6 para 8 horas e licença remunerada com redução de base salarial”.

 

“Seis meses sem democracia”

 

Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, em Lisboa, durante um almoço organizado pela Câmara de Comércio Luso-Americano, a presidenta do Partido Social Democrata (PSD – oposição), senhora Manuela Ferreira Leite, criticando a política do Governo, afirmou: “Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se. E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia. Mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia”.

 

Atacado pelos adversários políticos, o PSD se defendeu, afirmando que sua presidenta “se limitou a fazer uma crítica irônica à atuação do Governo”.

 

Uma disputa política e também ideológica

 

Não existem coincidências. Nas crises, as primeiras mudanças são as mudanças políticas, as mudanças na conformação do Estado, nas regras do jogo. Sem essas, impossível implantar medidas econômicas drásticas – como exigem as crises. O capital sabe disto, e nisto tem uma longa experiência em seus cerca de 220 anos enquanto sistema hegemônico. Por isto, seu discurso afinado, suas propostas de mesma índole que, com toda a dominação ideológica a que submete as demais classes (e estas introjetam), fazem com que, no limite, os dominados não desenvolvam outra lógica, que não aquela que nos diz “dos males, o menor”: melhor ganhar menos, que estar desempregado. Lógica tanto mais forte, quanto menor o grau de organização e mobilização dos trabalhadores e do povo.

 

Embota-se nesse momento a possibilidade de se pensar outros tipos de saída, mesmo que nos limites das reformas do próprio sistema.

 

Mas, acreditamos que vale sempre pensar na contra-corrente do establishment. Portanto, por que não imaginarmos, por exemplo, que os bilhões injetados enquanto empréstimos nas grandes financeiras e bancos, não devam ser feitos como compras de ações pelo Estado?

 

Por que não pensar que as reduções salarias podem ser feitas, desde que entendidas e regulamentadas como compra de ações das empresas pelos trabalhadores?

 

Enfim, perguntar não ofende

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Quem tem telhado de vidro não discute ética – João da Costa

Porque o Prefeito J.Paulo fala de casos do Bandepe?

João da Costa comentou sobre as inserções em que o prefeito João Paulo (PT) aparece relembrando os casos do Bandepe, do Banco do Nordeste e de Maria do Socorro. 

Veja nota enviada pelo democrata Mendonça Filho:   

1 – A defesa que o prefeito João Paulo faz dos envolvidos na fraude milionária da Educação é escandalosa. Dois milhões de reais são desviados da educação, com a comprovação pelo Ministério Público de que diversas obras foram pagas sem as escolas serem reformadas, e o prefeito não adota uma providência para punir os culpados, sequer ensaia uma explicação ao povo recifense;

2 – Sempre fiz política sem ir para o lado pessoal. Não adianta o prefeito querer desviar o foco dos problemas fazendo ataques a minha família. Isso não me intimida. Até porque, tenho 23 anos de vida pública e passei por duas eleições majoritárias sem que os adversários encontrassem qualquer coisa contra a minha pessoa;

3 – Se é para discutir questões pessoais, acredito que algumas pessoas não resistiriam a uma análise mais detalhada de suas vidas e de coisas básicas como a declaração do Imposto de Renda. Problema que não tenho. Até porque, moro na mesma casa há 20 anos e tenho como comprovar a origem do meu patrimônio, construído em Pernambuco. Não tenho patrimônio fora do Estado, nem no exterior;

3 – O empréstimo contraído pela empresa antes de o empresário e deputado José Mendonça assumir o seu controle, é público e está sendo contestado na Justiça, porque os juros aplicados elevavam a dívida em 80 vezes sobre o seu valor de origem.

4 – A contestação judicial de uma dívida é direito de qualquer cidadão no Estado Democrático. O prefeito, inclusive, contesta na Justiça Federal uma dívida de cerca de meio milhão, sem que seja feito questionamentos ao fato dele exercer seu direito de cidadão;

5 -  O prefeito João Paulo e o PT sabem que o acordo entre o BNB e o deputado José Mendonça Bezerra ainda não foi assinado, há alguns anos, por perseguição política. O acordo, inclusive, chegou à mesa da diretoria do BNB para ser assinado e, de última hora, foi suspenso atendendo a pressões políticas do PT, que aparelhou os órgãos públicos.    6 – A estratégia de João Paulo de repetir que é guerrilheiro, como forma de calar oposição, não me intimida. Até porque não estamos na Venezuela, nem em Cuba. O Estado Democrático de Direito garante o exercício da oposição e eu vou exercê-lo  plenamente.

7 – Por fim, é lamentável que o prefeito continue desrespeitando a Democracia atacando o Ministério Público, a Imprensa, a oposição ou qualquer instituição de fiscalização que aponte erros na sua gestão.

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